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domingo, 31 de maio de 2015

BIOGRAFIA SABOTAGE

BIOGRAFIA SABOTAGE
ETERNAMENTE SABOTAGE
O lendário Sabotage, nome verdadeiro: Mauro Mateus dos Santos, é um dos rappers mais expressivos da cena nacional e conta com uma enorme quantidade de fãs em todo o Brasil, mesmo seis anos após o seu falecimento. Em suas características físicas, destacavam-se os cabelos dreadlocks eriçados. Já nas habilidades artísticas, o dom para compor e cantar rap era visivelmente constatado.
Sabotage era o próprio compositor e cantor de suas músicas. Em toda sua carreira, compôs dezenas e algumas delas se tornou uma espécie de hino nos guetos do país, fazendo com que vários outros artistas usassem-nas como samples, colagens e scratches de seus trabalhos. Expressões como “respeito é pra quem tem” e “rap é compromisso, não é viagem”, constantes de suas letras, viraram jargões adotados por todas as periferias.
Sua carreira no rap foi iniciada com a composição de sua primeira música no ano de 1985. No final da década de 80, ele foi convidado a participar de um concurso de rap no salão Zimbabwe, em São Paulo, mesmo ainda sendo adolescente. Neste concurso, estavam presentes o rapper Mano Brown e Ice Blue, dos Racionais MCs, os quais ficaram entusiasmados com a apresentação e performance de Sabotage.
Foi com o grupo RZO (Realidade Zona Oeste), que, aliás, é conhecido por revelar talentos para o público fora do rap - Negra Li, por exemplo -, que Sabotage viu seu trabalho repercutir no rap nacional especialmente após a gravação de várias músicas e vídeo clipes, bem como a apresentação destes em shows. Na sequência, Sabotage gravou seu primeiro e único disco solo, intitulado “Rap é compromisso”, gravado pelo selo Cosa Nostra, o mesmo que lançou o disco “Sobrevivendo no inferno”, dos Racionais.
O lançamento do seu primeiro álbum e as participações em shows, sobretudo nos do RZO, renderam ao rapper o convite para atuar em filmes do cinema nacional e, com isso, ter seu trabalho apreciado e reconhecido por um público ainda maior. Ao todo, foram dois os filmes em que Sabotage fez atuações: “O invasor”, de Beto Brant; e “Carandiru”, de Hector Babenco.
No filme “O invasor”, Sabotage fez parte da equipe do filme desempenhando três funções distintas. Participou da trilha sonora com cinco músicas (sendo três inéditas), serviu de consultor de “cultura da periferia” para moldar o personagem Anísio, interpretado pelo titã Paulo Miklos, e ainda por cima atuou no filme, interpretando ele mesmo, em uma cômica cena em que o personagem Anísio o apresenta para seus clientes “pedindo” um dinheiro para ele gravar seu CD. Já no filme “Carandiru”, ele encarnou o personagem Fuinha e gravou uma das músicas da trilha sonora.

Em 24 de janeiro de 2003, no auge de sua carreira, quatro tiros puseram fim à vida do rapper. O crime ocorreu no bairro Saúde, situado na cidade de São Paulo, por volta de 05h30 e não teve testemunhas. A polícia, apesar de logo em seguida ter detido alguns suspeitos, nunca solucionou o caso e encontrou os verdadeiros assassinos.
Especulações sobre o assassinato apontam várias causas. Entre elas, o envolvimento do rapper com o mundo do crime como uma possível razão para o ocorrido. Seus amigos e familiares, no entanto, não concordam com essa hipótese, visto que Sabotage desistiu da bandidagem 10 anos antes de sua morte. Sabota, como também era chamado, nunca escondeu de ninguém seu envolvimento com os atos ilícitos no passado de sua vida. Em depoimentos à Revista da MTV de agosto de 2002, o rapper alegou: “Moro na favela desde os 29 anos e, dos 8 aos 19, andei no crime que nem louco. Saí por causa de Deus por que polícia não intimidava, tapa na orelha só deixa a criança mais nervosa”.
Assim como o Dj Jam Master Jay, do grupo americano Run DMC, Sabotage estava em uma fase tranquila de sua vida e não possuía inimigos quando de repente foi morto num crime aparentemente sem mais nem menos. Se faz necessária também a comparação com a morte de Chico Science, visto que ambos faleceram numa fase brilhante de suas carreiras, fase esta acontecida logo depois de serem descobertos pela mídia e pelo público - embora ainda pequeno - deixando poucos discos lançados e partindo numa época de grande expectativa com relação a seus trabalhos e projetos futuros.
Prêmios
Pelo filme “O Invasor”, Sabotage recebeu o prêmio de melhor trilha nos festivais de Brasília e Recife, ambos no ano de 2002.
Curiosidades
- Ganhou o apelido de Sabotage em 1980, de um irmão mais velho, que teve os documentos roubados por Mauro (o Sabotage), que precisava da identidade para poder frequentar bailes funk. O irmão também acabou morto na chacina dos 111 presos do Carandiru, em 1992.
- Era casado com Dalva e tinha três filhos: Anderson, Tamires e Larissa.
- Faleceu aos 29 anos no dia 24 de Janeiro de 2003, em São Paulo, assassinado na porta de casa.

BIOGRAFIA MARCELO D2

BIOGRAFIA MARCELO D2
Biografia 
Marcelo Maldonado Gomes Peixoto, mais conhecido como Marcelo D2. (Rio de Janeiro, 5 de Novembro de 1967) é um rapper brasileiro ex-vocalista da banda Planet Hemp, que hoje segue em carreira solo.

Infância

Nascido num hospital em São Cristóvão, cresceu em Maria da Graça e aos 9 anos foi morar no Andaraí (sua casa não era no morro, ficava no asfalto), mas era vizinho da marginalidade.
Até a sexta série foi bom aluno, mas um dia foi expulso, começou a zoar e foi nessa época que seus pais Dark Gomes Peixoto e Paulete se separaram,Marcelo ficava até 72 horas sem aparecer em casa, roubava, fumava, cheirava e bebia cachaça, foi quando seu pai foi até a casa onde D2 morava com a mãe, esperou o menino chegar e como diz Marcelo:
“Ele me deu um socão na cara e disse, Vou te bater como homem, você está zoando o barraco da sua mãe”
— ’


Juventude e Fase adulta

A partir daí, aos 13 anos, Marcelo começou a se emendar e trabalhar, foi entregador de jornal, office boy, porteiro, servente de botequim, vendedor de loja de móveis, camelô, faxineiro de uma casa de shows sub-underground.
Sua mãe casou-se novamente e ele foi morar no Catete com seu pai, saída estratégica pois a maioria dos camaradas de sua idade estavam virando traficantes e alguns deles morrendo. Serviu o exército e casou-se aos 19 anos, Sonia tinha 16 anos, foi paixão mesmo, Stephan foi pintar 5 anos depois. A crise aperta e mesmo se empenhando em seu trabalho (na loja de móveis) não foi suficiente. Eles acabaram viajando para Maringá, interior do Paraná, onde a família da Mina tinha negócios, mas não funcionou e Marcelo acabara de volta ao Rio.
-

No álbum de estréia de sua carreira solo, Marcelo D2 mais uma vez deixa de lado apologias ou demagogias. Produzido pelo próprio D2, Zé Gonzales e Rodrigo Nantes, Eu Tiro é Onda (98) é quase sua biografia. Conta sua história em “1967”, fala o que quer na faixa-título e diverte quem é bom da cabeça, sem preconceitos, com “Samba de Primeira”. 

Nem poderia ser diferente. Marcelo D2 passa de Lady Zu a Mestre André, apagando de uma vez a idéia de que quem gosta de hip hop não pode gostar de samba e vice-versa. Passando da Zona Norte à Zona Sul, da Leste à Oeste, o CD manda bem como passaporte e garante passe livre entre os ritmos às próximas gerações. 

Curiosidades

- O Nome verdadeiro dele é Marcelo Maldonado Peixoto, o sobrenome Gomes é do pai dele ele incorporou este sobrenome na época da banda Planet Hemp, dos 5 mandatos de prisão por apologia 3 Foram em nome deste tal cidadão Marcelo Maldonado Gomes Peixoto.
- Na época da gravação do 1º disco do Planet Hemp, D2 se envolveu numa confusão após um show no circo voador, acabou rompendo tendão, ligamentos, artérias (após dar um bico no Blindex) desmaiou, perdeu um terço de sangue e levou 135 pontos. Depois dessa sossegou e a pedido da mãe, diz ter sido este o último dia que bebeu cachaça.

Discografia

Com o Planet Hemp

Carreira Solo

Álbuns de estúdio
Álbuns ao vivo
Coletâneas

(Fontes: MarceloD2.com.br e Wikipédia)
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domingo, 31 de maio de 2015

BIOGRAFIA SABOTAGE

BIOGRAFIA SABOTAGE
ETERNAMENTE SABOTAGE
O lendário Sabotage, nome verdadeiro: Mauro Mateus dos Santos, é um dos rappers mais expressivos da cena nacional e conta com uma enorme quantidade de fãs em todo o Brasil, mesmo seis anos após o seu falecimento. Em suas características físicas, destacavam-se os cabelos dreadlocks eriçados. Já nas habilidades artísticas, o dom para compor e cantar rap era visivelmente constatado.
Sabotage era o próprio compositor e cantor de suas músicas. Em toda sua carreira, compôs dezenas e algumas delas se tornou uma espécie de hino nos guetos do país, fazendo com que vários outros artistas usassem-nas como samples, colagens e scratches de seus trabalhos. Expressões como “respeito é pra quem tem” e “rap é compromisso, não é viagem”, constantes de suas letras, viraram jargões adotados por todas as periferias.
Sua carreira no rap foi iniciada com a composição de sua primeira música no ano de 1985. No final da década de 80, ele foi convidado a participar de um concurso de rap no salão Zimbabwe, em São Paulo, mesmo ainda sendo adolescente. Neste concurso, estavam presentes o rapper Mano Brown e Ice Blue, dos Racionais MCs, os quais ficaram entusiasmados com a apresentação e performance de Sabotage.
Foi com o grupo RZO (Realidade Zona Oeste), que, aliás, é conhecido por revelar talentos para o público fora do rap - Negra Li, por exemplo -, que Sabotage viu seu trabalho repercutir no rap nacional especialmente após a gravação de várias músicas e vídeo clipes, bem como a apresentação destes em shows. Na sequência, Sabotage gravou seu primeiro e único disco solo, intitulado “Rap é compromisso”, gravado pelo selo Cosa Nostra, o mesmo que lançou o disco “Sobrevivendo no inferno”, dos Racionais.
O lançamento do seu primeiro álbum e as participações em shows, sobretudo nos do RZO, renderam ao rapper o convite para atuar em filmes do cinema nacional e, com isso, ter seu trabalho apreciado e reconhecido por um público ainda maior. Ao todo, foram dois os filmes em que Sabotage fez atuações: “O invasor”, de Beto Brant; e “Carandiru”, de Hector Babenco.
No filme “O invasor”, Sabotage fez parte da equipe do filme desempenhando três funções distintas. Participou da trilha sonora com cinco músicas (sendo três inéditas), serviu de consultor de “cultura da periferia” para moldar o personagem Anísio, interpretado pelo titã Paulo Miklos, e ainda por cima atuou no filme, interpretando ele mesmo, em uma cômica cena em que o personagem Anísio o apresenta para seus clientes “pedindo” um dinheiro para ele gravar seu CD. Já no filme “Carandiru”, ele encarnou o personagem Fuinha e gravou uma das músicas da trilha sonora.

Em 24 de janeiro de 2003, no auge de sua carreira, quatro tiros puseram fim à vida do rapper. O crime ocorreu no bairro Saúde, situado na cidade de São Paulo, por volta de 05h30 e não teve testemunhas. A polícia, apesar de logo em seguida ter detido alguns suspeitos, nunca solucionou o caso e encontrou os verdadeiros assassinos.
Especulações sobre o assassinato apontam várias causas. Entre elas, o envolvimento do rapper com o mundo do crime como uma possível razão para o ocorrido. Seus amigos e familiares, no entanto, não concordam com essa hipótese, visto que Sabotage desistiu da bandidagem 10 anos antes de sua morte. Sabota, como também era chamado, nunca escondeu de ninguém seu envolvimento com os atos ilícitos no passado de sua vida. Em depoimentos à Revista da MTV de agosto de 2002, o rapper alegou: “Moro na favela desde os 29 anos e, dos 8 aos 19, andei no crime que nem louco. Saí por causa de Deus por que polícia não intimidava, tapa na orelha só deixa a criança mais nervosa”.
Assim como o Dj Jam Master Jay, do grupo americano Run DMC, Sabotage estava em uma fase tranquila de sua vida e não possuía inimigos quando de repente foi morto num crime aparentemente sem mais nem menos. Se faz necessária também a comparação com a morte de Chico Science, visto que ambos faleceram numa fase brilhante de suas carreiras, fase esta acontecida logo depois de serem descobertos pela mídia e pelo público - embora ainda pequeno - deixando poucos discos lançados e partindo numa época de grande expectativa com relação a seus trabalhos e projetos futuros.
Prêmios
Pelo filme “O Invasor”, Sabotage recebeu o prêmio de melhor trilha nos festivais de Brasília e Recife, ambos no ano de 2002.
Curiosidades
- Ganhou o apelido de Sabotage em 1980, de um irmão mais velho, que teve os documentos roubados por Mauro (o Sabotage), que precisava da identidade para poder frequentar bailes funk. O irmão também acabou morto na chacina dos 111 presos do Carandiru, em 1992.
- Era casado com Dalva e tinha três filhos: Anderson, Tamires e Larissa.
- Faleceu aos 29 anos no dia 24 de Janeiro de 2003, em São Paulo, assassinado na porta de casa.

BIOGRAFIA MARCELO D2

BIOGRAFIA MARCELO D2
Biografia 
Marcelo Maldonado Gomes Peixoto, mais conhecido como Marcelo D2. (Rio de Janeiro, 5 de Novembro de 1967) é um rapper brasileiro ex-vocalista da banda Planet Hemp, que hoje segue em carreira solo.

Infância

Nascido num hospital em São Cristóvão, cresceu em Maria da Graça e aos 9 anos foi morar no Andaraí (sua casa não era no morro, ficava no asfalto), mas era vizinho da marginalidade.
Até a sexta série foi bom aluno, mas um dia foi expulso, começou a zoar e foi nessa época que seus pais Dark Gomes Peixoto e Paulete se separaram,Marcelo ficava até 72 horas sem aparecer em casa, roubava, fumava, cheirava e bebia cachaça, foi quando seu pai foi até a casa onde D2 morava com a mãe, esperou o menino chegar e como diz Marcelo:
“Ele me deu um socão na cara e disse, Vou te bater como homem, você está zoando o barraco da sua mãe”
— ’


Juventude e Fase adulta

A partir daí, aos 13 anos, Marcelo começou a se emendar e trabalhar, foi entregador de jornal, office boy, porteiro, servente de botequim, vendedor de loja de móveis, camelô, faxineiro de uma casa de shows sub-underground.
Sua mãe casou-se novamente e ele foi morar no Catete com seu pai, saída estratégica pois a maioria dos camaradas de sua idade estavam virando traficantes e alguns deles morrendo. Serviu o exército e casou-se aos 19 anos, Sonia tinha 16 anos, foi paixão mesmo, Stephan foi pintar 5 anos depois. A crise aperta e mesmo se empenhando em seu trabalho (na loja de móveis) não foi suficiente. Eles acabaram viajando para Maringá, interior do Paraná, onde a família da Mina tinha negócios, mas não funcionou e Marcelo acabara de volta ao Rio.
-

No álbum de estréia de sua carreira solo, Marcelo D2 mais uma vez deixa de lado apologias ou demagogias. Produzido pelo próprio D2, Zé Gonzales e Rodrigo Nantes, Eu Tiro é Onda (98) é quase sua biografia. Conta sua história em “1967”, fala o que quer na faixa-título e diverte quem é bom da cabeça, sem preconceitos, com “Samba de Primeira”. 

Nem poderia ser diferente. Marcelo D2 passa de Lady Zu a Mestre André, apagando de uma vez a idéia de que quem gosta de hip hop não pode gostar de samba e vice-versa. Passando da Zona Norte à Zona Sul, da Leste à Oeste, o CD manda bem como passaporte e garante passe livre entre os ritmos às próximas gerações. 

Curiosidades

- O Nome verdadeiro dele é Marcelo Maldonado Peixoto, o sobrenome Gomes é do pai dele ele incorporou este sobrenome na época da banda Planet Hemp, dos 5 mandatos de prisão por apologia 3 Foram em nome deste tal cidadão Marcelo Maldonado Gomes Peixoto.
- Na época da gravação do 1º disco do Planet Hemp, D2 se envolveu numa confusão após um show no circo voador, acabou rompendo tendão, ligamentos, artérias (após dar um bico no Blindex) desmaiou, perdeu um terço de sangue e levou 135 pontos. Depois dessa sossegou e a pedido da mãe, diz ter sido este o último dia que bebeu cachaça.

Discografia

Com o Planet Hemp

Carreira Solo

Álbuns de estúdio
Álbuns ao vivo
Coletâneas

(Fontes: MarceloD2.com.br e Wikipédia)