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domingo, 4 de setembro de 2016

A RUIVA ... +18


Tinha saído da sala escura, cuidadamente para não calcar ninguém. Gosto destas festas de sala escura, apesar de ser complicado na chegada mostrar identificação atestados médicos, e a confusão de todos se despirem e deixarem a roupa amontoada muitas regras mas é compreensível.

Resultado de imagem para JEAN GREY cosplay +18Tinha sido chupado por alguém, não quis sequer saber se tinha barba ou pele macia e cabelo comprido. Fiquei a sentir o meu pau a bater numa garganta, bem lá no fundo enquanto brincava com uma xoxota com uma pequena linha bem desenhada de pelinhos. Comecei por brincar com os dedos e depois deu para chupar e enfiar a língua. Distraí um pouquinho porque a dona daquele sexo gritava muito e bem alto. Foi um prazer, mas agora precisava de álcool para tirar o sabor ácido daquele sexo a passear na minha garganta.

Peguei numa garrafa de rum e fui para a cozinha procurar um copo. Ao chegar à porta vejo uma mulher de joelhos, cabelo ruivo pousado nos ombros e blusa branca. Apesar de a ver de costas facilmente percebi que estava a chupar um dos jovens, em pé na sua frente. Eram dois homens altos, cabelo rapado e sem pelo em nenhuma parte do corpo, pelo menos eu não via nenhum e os seus corpos tinham uma luminosidade brilhante, as suas peles refletiam a luz.
Decidi começar a beber pela garrafa na tentativa de não interromper aquela bela cena. 

A mulher chupava um e punhetava o outro, e ia trocando, deixando bem visíveis umas covinhas nas bochechas de cada vez que chupava aqueles enormes mastros. Era impossível fazer uma garganta funda, ou será que ela estava a fazer e eu não conseguia ver bem desde aquele sítio? Analisei as pernas daquela mulher com um corpo bem moldado, calcinha fio dental que deixava bem visível aquele rabo branco. Eles pareciam nadadores ou surfistas, eram enormes, bem musculados e com uns peitorais maiores que muitas mulheres. Ponho a garrafa novamente na boca. 

Quando começo a pensar se me junto àquele trio, ela se senta sobre as suas pernas e deixa cair a blusa, mostrando umas alças de soutien rendadas e pretas... Levantou-se pondo uma mão no joelho, e em cima daqueles saltos enormes quase ficava da altura dos homens. Um deles disse para ela se deitar na mesa, e porque ela estava de barriga para cima, ele rodou as pernas deixando-a de lado. O outro também se tinha aproximado deles e estavam quatro mãos a acariciar a sua pele branca e lisa. Desapertaram o soutien e tiraram a calcinha, quando ela ia tirar os sapatos, um disse para ela deixar. Eles tinham uns paus enormes, como eu nunca tinha visto e até estava com vergonha de estar ali com o meu pau a crescer, vendo aquele filme.

O homem mais alto levantou uma perna da mulher, deu um pequeno tapa na nádega e entrou forte, de uma só vez no sexo dela. Ouviu-se um pequeno ai. O outro jovem deu dois passos, sempre a acariciar as costas da mulher, e puxou o corpo dela até ao limite da mesa. De seguida pegou no seu pau enorme e levou-o para a boca dela. Eu estava a adorar aquela cena, mas procurava fazer o mínimo de movimentos sem qualquer ruído de modo a não interferir com o desempenho deles, e principalmente do dela. Deu vontade de pegar a camera e fazer um filme com o pau a perder-se nos lábios dela e o outro pau a desaparecer e aparecer entre as suas pernas. Quando tiro a garrafa da boca vejo aquele puzzle a desmontar-se, os homens a afastarem-se de mão dada e a mulher sentada na mesa de ombros encolhidos e como que a perguntar o que havia acontecido. Sorri e ela respondeu com uma pergunta:

- O que aconteceu aqui? Nem aqueci o motor e eles já descarregaram? Fodasse! 
Sorri. Levei a garrafa novamente à boca para ela não esperar nenhum comentário meu, mas gostaria de dizer que tem vantagens em ter mais experiencia. 

Quando volto a olhar para ela, já se dirigia para mim, num passo dengoso, em cima daqueles enormes saltos que a tornavam muito mais esguia. Os seus seios eram de tamanho médio, um bom tamanho cabendo na mão, com um mamilo grande e bem rosadinho.

 Os seus lábios estavam bem vermelhos, não sei se do baton ou por ter chupado aquele pau enorme. 
Esticou o braço e perguntou se podia beber, “claro!” respondi, disponibilizando a garrafa, mas ela deu ainda mais um passo na minha direção, quase que tocando no meu pau e eu quase roçava nos seus seios. Bebeu, parou e voltou a por a garrafa na boca. 

Tirou dos lábios e ao devolver a garrafa quase a pôs nos meus lábios, torcia a cara e o corpo, pousou uma mão no meu braço, disse um palavrão e sorrimos. Depois de beber procurei os seus olhos escuros e a pintura fazia-os muito mais sedutores. Os nossos olhos estavam colados e sinto uma mão a segurar o meu sexo.

Estremeço, ela sorriu e perguntou se podia. Sorri e comecei a acariciar-lhe os seios, tão disponíveis. Baixei-me ligeiramente para os meus lábios chegarem aos seus mamilos.
Rodei o seu corpo e ela encostou as costas no meu peito voltando a agarrar o meu sexo. Beijei-lhe o pescoço enquanto acariciava os seus seios. Tinha uma respiração compassada e já meio ofegante. Quando as minhas mãos começaram a descer para o seu sexo, ela afastou-se ligeiramente e começou a brincar com a glande do meu pau no anelzinho do seu cuzinho. Afastou-se mais e dobrou o seu corpo, eu com as minhas mãos afastei as suas nádegas facilitando aquela brincadeira. 

Via as suas costas e o meu pau ficava cada vez mais duro com aqueles movimentos.
Ela conduziu-me até à entrada do seu sexo e quando me preparava para entrar sinto o seu corpo afastar-se novamente, vejo-a a erguer-se e a dirigir-se para a mesa. Fico imóvel até ela se dobrar e deitar a cabeça sobre a mesa e olhou para trás para ver o que eu faria. Pousei a garrafa e aproximei-me do seu corpo, e com uma mão abri as suas nádegas e com a outra conduzi o meu pau até ao seu cuzinho.

 Forcei a entrada e lentamente fui até ao fundo daquele corpo. Fui e vim muito lentamente, ela suspirava e lançávamos uns “fodasse!”, ora eu, ora ela. Uma das vezes, quando estava bem lá dentro decido parar e começo a passear as mãos naquela pele lisa das costas, deslizando as mãos até aos seus seios que estavam pendentes e com o bico do mamilo bem desenhado. A segurar os seios retomo o movimento, quase saio e volto a entrar com força, “ai fodasse!”, ouço. Continuo até desviar as mãos dos seus seios para o seu sexo. Ao chegar sinto a sua mão e antes que pensasse alguma coisa, ela diz “agora não pares, caralho, fode-me sem parar!”. Assim fiz, agarrado nos seus quadris, acelerei ligeiramente os meus movimentos de vai-e-vem.

Gosto particularmente de ver a dança dos seios sempre que há este movimento de dois corpos, mais ou menos sintonizado, bunda contra a zona do púbis, choques suaves que se repetem e os seios balançam, dançam, aguardam umas mãos que os controlem.
A respiração dela não deixava qualquer dúvida sobre o prazer que estava a sentir e eu para além de a copiar na respiração, dava pequenos “ais” de tao excitado. Os meus dedos apertaram a sua pele como se quisessem entrar para dentro do seu corpo, agora que penso nisso, nem sei como não a magoei. 

Continuava a ir e vir, mais rápido agora, “aiiii” disse ela, um “ai” mais forte, e assim fiz, agarrando-a com mais forca nos quadris, acelerei os meus movimentos e fui bem até ao fundo de cada vez que o meu corpo se aproximava do dela. Um “ai” vindo da boca dela acompanhado de outros bem audíveis deixavam adivinhar que ela estava quase a chegar ao climax, mas eu não perguntei nada e continuei ate dizer, bem colado ao seu ouvido, que já não aguentava mais e deixei cair o meu corpo sobre o dela.

 Conseguia sentir o cheiro da sua pele e do seu cabelo, era uma mistura de odores que se complementavam e inundavam o meu nariz, provocando una excitação. Sinto uma mão na minha cabeça, era ela a acariciar-me, entendi como sendo um gostei muito e também lhe dei um abraço bem forte, de modo a ela perceber que aquele desejo de entrar com o meu peito nas suas costas era para transmitir que tinha sido uma foda magnífica. 
Os nossos corpos ergueram-se e os nossos olhos voltaram a cruzar-se, sorrimos. Ela disse que se ia lavar e convidou-me para a acompanhar. Dei-lhe a mão. Enquanto nos lavamos o meu pau começou a dar sinais de vida, ainda vais acalmar a minha xaninha? Perguntou ela. Respondi com um sorriso e fechei os olhos, aproximei-me dela e abraçamo-nos. Meu nome é Sthé, ouvi no meu ouvido.

Putaria na cachoeira ....+18

Conheci Elisangela no badoo, em pouco tempo de conversa já estávamos falando sobre sacanagens variadas. Depois de 1 semana de bate papo, intensificamos nossa sacanagem, propus a ela de irmos em uma cachoeira na cidade de santa rita de jacutinga-mg, eu, ela, um amigo meu e uma amiga dela, ela gostou do convite e aceitou, dizendo que levaria a amiga.

Resultado de imagem para putaria na cachoeira Marcamos num sábado ensolarado, morávamos no estado do RJ, porém em cidades diferentes. Elisangela viria de ônibus até minha cidade e então iríamos no meu carro pra cachoeira, porém a safada chegou sozinha sem a amiga, disse que a amiga teve problemas particulares e não pôde vir, e não conseguiu chamar outra a amiga à tempo. Disse à ela que não tinha problema, que então ela teria que dar pra mim e pro meu amigo, pois ele estava na expectativa de comer a amiga dela, foi então quando ela olhou pra ele e disse que tudo bem, ela daria pra nós dois. 

Entramos no carro e fomos ouvindo música e falando um monte de sacanagem durante o percurso(80km de distancia), dentre essas sacanagens, cogitei de ela ir chupando meu pau enquanto meu amigo chupava, enquanto eu dirigia,( tenho cada ideia doida, a estrada tem muitas curvas, imagina ela me chupando enquanto dirijo.. rss) parei o carro, abaixei o banca do carona, Elisangela começou chupar meu pau ficando de 4 e meu amigo começou a tirar sua roupa... em seguida enfiando a lingua na xota dela... a vagabunda estava adorando e a gente mais ainda... falei que ia ir dirigindo devagar senao iamos chegar tarde na cachoeira... andamos uns 20km fazendo essa sacanagem, gozei na boca dela e ela gozou na lingua do meu amigo. 

Paramos num bar na estrada e compramos cervejas e fomos bebendo ate chegar no nosso destino. Chegando na cachoeira, dei inicio aos trabalhos(levamos carnes pra fazer churrasco), brasa acesa e carne na grelha, fomos pra agua refrescar um pouco, afinal além do calor do sol, estavamos transbordando tesão. A cachoeira estava lotada, várias gostosas, com isso a piroca não parava de ficar dura e Elisangela percebeu e imediatamente me convidou pra irmos pro fim da cachoeira, onde não tinha ninguem. Chegando la ela caiu de boca no meu pau, ela adora um boquete, e faz boquete que é uma beleza. Encostei na pedra e ela chupava meu pau igual um sorvete, cheia de sede... Nisso ouvimos um barulho, em seguida chegou meu amigo, balançando o pau dizendo que tb queria, morremos de rir, pois tinhamos levado susto achando que era o dono do bar. Então falei, cachorra tira esse bikini e vamos começar a sacanagem, ela tirou na hora e disse: -Quem vai me comer primeiro? ficando de quatro e rebolando a bunda. -EU falei: nós dois vamos comer você ao mesmo tempo sua cadela, filha da puta, vadia.(ela adora ser chingada e apanhar) 

Aproveitando que ela estava de quatro, fui logo dando uma chupada no cu dela, pra ele ja ver qual era a minha intenção rs... ela disse que queria pau no cu mas antes eu tinha que comer a buceta dela um pouquinho. Meu amigo botou ela pra mamar e eu botei na buceta dela, ensopadissima e apertadinha, apesar dela ter 38 anos e 2 filhos. Dei várias socadas na xota dela por uns 5 minutos, e perguntei: -Será que tu aguenta no cu sua piranha? Aí ela disse> Aguento, pode comer, vem come meu cu seu cachorro. Dei uma cuspida no cu dela e enfiei meu pau de uma só vez, até o talo, e ela gritava de tesão, dizendo pra eu fuder o cu dela gostoso que ela é uma vadia piranha e que queria porra dentro do cu... falei pro meu amigo deitar e ela deitar em cima dele enfiando a buceta no pau dele e eu enfiei meu pau no cu dela... que delicia aquele momento, 3 gemidos, 3 safados...

 Elisangela cavalgava nele e socava no meu pau ao msm tempo, comecei a puxar o cabelo dela e dar tapa na bunda dela, ela pedia mais, eu batia na cara dela, chamando ela de vagabunda, piranha, vadia, cachorra, falando pra ela sentar gostoso na piroca do meu amigo, fazer ele gozar, pq eu só ia gozar depois que ela gozasse nela... e continuava dando tapa na cara e na bunda dela, Elisangela naquele momento se sentia uma verdadeira puta, sendo devorada por 2 machos cheios de disposição... meu amigo disse que ia gozar, falei pra ele se levantar e gozar na cara dela... ela disse pra ele obedecer minhas ordens, ele levantou e ela caiu de boca no pau dele, mamando ele enquanto dava o cu pra mim... ele em seguida gozou na cara dela, enquanto dava tapa e chamava ela de vadia... eu puxando o cabelo dela comecei a socar mais forte no cu, uma sequencia de socada que me fez chegar ao extremo do prazer, falei que ia gozar, ela rebolava rebolava gostoso no meu pau, foi quando gozei, enchendo o cu dela de porra, bem la dentro, bem quentinho, tirava meu pau do cu dela e foi maravilhoso ver ela de 4 toda aberta com aquele cu piscando leite... ela queria mais sexo, nao estava satisfeita ainda... fizemos outras vezes, porém deixo pra contar em outra ocasião.

Pâmela e Giovanna ....

Pâmela e Giovanna continuavam suas peripécias, sendo que a essa altura, podia-se dizer que Pâmela era a “mulher” da relação (que se deixava possuir) e Giovanna o “homem” (quem possuía). Mas a relação sofreu um abalo quando Giovanna começou a namorar Luan, um atlético ex-colega de faculdade que atraía a loura peituda. 

Pâmela ficou furiosa, apesar de se entregar, já tinha um sentimento de exclusividade, não imaginava a amiga e amante com outra pessoa. Com isso, as duas ficaram sem se falar por um mês. E como num sentimento de revanche, Pâmela começou a namorar Augusto, um marombeiro de sua academia que lembrava muito Cauã Raymond, e que parecia comê-la a cada série de treino em que Pâmela exercitava seu corpo delicioso e sensual na academia... Já na primeira noite, na casa de Pâmela, Augusto partiu pra cima, e o resultado foi uma foda animal: trepou cinco vezes com a loura, que gozou forte em todas as posições... 

Resultado de imagem para pamela e giovana Quando finalmente elas se encontraram para papear num bar, Giovanna perguntou se ela “tava dando gostoso” para o “marombinha”, como ela apelidou Augusto. Pâmela retruca que ele era mais gostoso do que o “cdf”, como ela também apelidou Luan. Giovanna disse então que ela fizesse bom proveito, pois ela parecia uma cachorra quando gozava com o marombinha... Pâmela ficou furiosa, além de se sentir meio “chifrada”, viu que estava sendo espiada por Giovanna!!! Ela manda a amiga se foder, e faz menção de ir embora. No tranco, Giovanna segura a amiga e projeta sua língua macia dentro da boca de Pâmela, que ofegou excitada, comprimida pelos peitos firmes de Giovanna. Mas dessa vez, Pâmela estava magoada: se desvencilhou e foi embora...

 Passa-se mais uma semana, e Giovanna liga chorosa e pedindo desculpas para Pâmela, disse que queria fazer as pazes, e se ela podia ir ao apartamento da amiga. Pâmela meio relutante pela discussão acabou topando, e disse que ela podia ir sexta à noite, dado em que os pais viajaram para o Nordeste. Pâmela se vestiu simples para a ocasião: trajava um top amarelo desabotoável e um shortinho curto e soltinho com listras, que valorizava suas coxas exuberantes e bem torneadas, além de exibir bem o rebolado delicioso de sua bunda. O interfone tocou, era Giovanna quem pedia para subir. Pâmela permite, e logo tocava a campainha de seu apartamento... 

 Ela abriu e engoliu em seco: lá estava Giovanna com uma minissaia que ressaltava igualmente suas belas coxas, e um top que era quase uma tira sobre seus deliciosos peitos. Mas... estavam lá também o namorado dela Luan e, pasmem, o namorado de Pâmela, Augusto. Giovanna saúda a amiga com um selinho, e diz que todos deviam “debater” a situação que se formou. De forma inesperada, Pâmela percebeu que Giovanna contara tudo aos rapazes sobre o que rolava entre elas. Eles se dirigem ao quarto de Pâmela, onde havia dois sofás próximos da cama, e que ficava do lado de uma varanda. Um pouco retraída, Pâmela se sentou em um sofá com Augusto, enquanto Giovanna pegava umas bebidas. Logo, todos começam a conversar ao mesmo tempo, com Giovanna e Luan no outro sofá. Após alguns drinques e conversas mais sociais, Giovanna finalmente declara que ela e Pâmela gostam de fazer sexo, como quem diz a coisa mais normal do mundo! Ambos os rapazes ficam em silêncio, mas sem fazer qualquer expressão de surpresa. 

Ela diz então que eles têm de aprender a dividir, senão eles perderiam as duas. Mais silêncio por parte dos rapazes, e Pâmela estava vermelha, de vergonha e pela Ice que bebia e ruborizava seu rostinho de ninfeta... Após alguns instantes, Augusto toma a palavra, e pergunta para a namorada se aquilo era verdade. Pâmela, totalmente encabulada, admite. Após instantes, ele acaricia o rosto dela e diz que “vai se esforçar” para a relação dar certo. 

E de forma ainda mais inesperada para a patricinha, ele toma a boca dela num beijo molhado, logo correspondido por Pâmela... A língua quente do rapaz a enchia de prazer... Logo, ela sente mãos percorrerem seu corpo apetitoso, e percebe que não são de Augusto. Ela abre os olhos e a surpresa: Luan se levantara do sofá em que estava com Giovanna, e começava a acariciar Pâmela, envolvendo todo seu corpo de deusa. Ele arrancou com carinho o shortinho e a calcinha azul que a gostosa vestia, deixando Pâmela quase perplexa, enquanto beijava Augusto. Ela já ia protestar, mas outra surpresa: elas sentiu delicadas mãos em seu cabelo dourado, e então percebe que Giovanna, entre carícias, desabotoava o top da amiga, desnudando seus também belos seios. 

Beijava a orelhinha e acariciava os peitos da amiga, massageando-os a partir dos mamilos... como que a ouvir a amiga dizer “relaxa, sua puta”, Pâmela se entregava à loucura em que era envolvida... Luan deslizava suas mãos enormes pelo macio ventre daquela loura, e com habilidade, introduz um, depois dois dedos na chana apertada de Pâmela... ele sobe e desce com seus dedos, fazendo uma pressão que causa espasmos na gostosa... Para completar, Giovanna começou a chupar os peitos de Pâmela. Ela se sentia como sendo abusada, mas em seu íntimo, teve de aceitar: estava adorando ser bolinada por tantas mãos, e retribuía com mais intensidade o beijo de Augusto, para aliviar o tesão que sentia... Luan parecia esfomeado com a sensualidade de Pâmela. 

Em instantes, ele deslizava a língua pela superfície sedosa dela, e livrava suas mãos para também massagear os peitos da loura. Em instantes, ele escala o físico delicioso de Pâmela, e tomando licença de Augusto, a toma num beijo intenso. Luan deslizava suas mãos pelos quadris da loura, passeando pelo seu ventre harmonioso, e enlaçando sua cintura, descendo as enormes mãos até as polpas daquele rabo maravilhoso. Apertava com gosto, sem tirar a língua da boca de Pâmela, que não deixava de retribuir aquela segunda boca safada na sua... Apesar de deliciada pelo “cdf”, nesse instante foi que ela notou que só Luan ainda estava em seu corpo...

 Então a loura, embora deliciada, viu pasma: Giovanna e Augusto se pegavam no outro sofá. Ele, só de sunga, tirara o top-tirinha da gostosa e se fartava em seus seios, chupando-os como um bezerro... Além disso, ela se esfregava lentamente, como numa dança, sobre o cacete duro de Augusto, que ia pouco a pouco arriando sua calcinha preta, e desnudando de vez a bundinha gostosa da outra loura. Excitada pela situação, Pâmela entra de vez no jogo e sussurra no ouvido de Luan: “deita, eu vou te chupar gostoso!!!”. Pego de surpresa pelo convite, Luan a fita pelos olhos, e sem mais palavras, se deita sobre o tapete do quarto de Pâmela, e arria sua sunga preta, revelando um cacete grosso de uns 20 cm, do tipo que Pâmela curtia. A loura desce pelo conjunto do macho, e finalmente agarra sua vara, abocanhando com gosto.

 Ela mostrava habilidade: conforme Pâmela fazia movimentos com a língua, ela lambia o saco e o cacete do rapaz, se prendendo exaustiva na glande, em uma chupeta deliciosa, enquanto realizava uma lenta punheta. À medida que a gostosa realizava aquela performance, Luan disse que ela era uma vaca gostosa, e que não estava arrependido de aceitar o convite para a putaria de Giovanna. Ela finalmente sabia do plano da amiga, mas àquela altura, se divertia e se deliciava também... parecia que a amiga sabia do que ela gostava. 

 Ela vê que no outro sofá, Augusto sentara, e Giovanna, de joelhos, também chupava o pau de Augusto, que Pâmela já conhecera desde a primeira foda... ela continuava a chupada, que enfim terminou com um jato volumoso em sua garganta... como numa sincronia, ela viu quando Giovanna ficava com a cara melada pela ejaculação de Augusto... ela ria e chamava a amiga de cachorra, e que ela devia se acostumar também a ser “degustada”...

 Todos riam... Como a aumentar a eletricidade do êxtase, Luan pegou Pâmela de jeito ainda no tapete, abriu num tranco suas coxas grossas e afundou a língua entre as coxas maravilhosas da loura... logo, ele enterrava a língua dentro do sexo de Pâmela, que ofegou forte... massageava o clitóris, e dava um banho de língua que excitava a safada... logo, ela se perdia em meio a gritos de satisfação por aquela língua hábil brincando em seu sexo, enquanto via Giovanna sentada com a vulva na cara de Augusto, que se acabava chupando a loura peituda apoiada no braço do sofá... Não deu outra: em meio ao seu êxtase, ela quase não nota quando Luan, num movimento dos joelhos, se encaixou e enterrou de uma só vez o caralho dentro da vagina da loura. 

Ela novamente ofega, percebe o quão grosso e grande era aquele cacete dentro de sua delicada vulva, e então ela sente o macho socar forte num vai-e-vem frenético. Pâmela se sentia sendo aberta a cada penetrada, ia aos poucos se acostumando e relaxando com o prazer que aquele homem e seu pênis causavam a seu corpo de fêmea invadida... suas coxas eram firmemente seguras pelos braços fortes de Luan, e depois de longos minutos, ela deixa escapar um gemido gostoso ao sentir que o cacete dele pulsava e finalmente ejaculava dentro dela... Com o tesão aliviado daquela foda, e com Luan relaxado dentro dela, ela agora via Giovanna galopando e balançando sensual suas tetas enormes como uma amazona na pica de Augusto, que bufava como um cavalo deitado no sofá, gozando finalmente nela...

 Os quatro estão extasiados, mas faltava algo que os rapazes queriam, e que eles não parecem ter combinado a princípio com Giovanna. Após alguns instantes, a loucura final, que pegou ambas de surpresa: Luan agarra Pâmela, Augusto agarra Giovanna, e todos vão para a cama de Pâmela. Ambas são colocadas de quatro, uma de frente para a outra, com os rostos próximos. Elas estavam prestes a ser enrabadas!!! Giovanna na hora protesta, disse que não combinaram aquilo, mas levou uma tapa sonora na bunda, ficando quieta. Pâmela, a ser modo, se divertia: já fizera sexo anal com Augusto, mas nunca (mesmo!!!) ela tinha visto a amiga ficar tão submissa. 

E então, é Pâmela que declara: “agora aguenta sua vaca, quem mandou provocar macho?”. Ela xinga a amiga de volta, e em meio a conversa “carinhosa”, as duas eram lubrificadas pelas suas próprias ejaculações, que os rapazes tiravam de suas vulvas, e com os dedos, passavam naqueles rabos deliciosos, forçando em cada garota uma rebolada gostosa. Nova sincronia, e enfim com os cacetes melados, Luan enterra fundo em Pâmela, e Augusto em Giovanna. Embora o cacete de seu namorado Augusto fosse considerável, Pâmela percebia que o de Luan era um pouco mais grosso, e Luan era uma rapaz mais esguio também. Isso facilitou as investidas do rapaz, que logo literalmente enrabava Pâmela, em um ritmo feroz e ágil. 

Pâmela começava a rebolar, e a cada mexida, recebia um tapinha de leve em seu rabo provocante e suculento... por sua vez, ela percebia: Giovanna não devia ter experiência em dar a bunda, pois gemia e reclamava da grossura do pau de Augusto. De fato, por ele ser mais forte que Luan, Augusto segurava Giovanna com firmeza pelos quadris, e a bunda apertada dela dificultava a penetração. Devido a tensão da amiga, Pâmela enquanto era sodomizada, recomenda que ela empine mais a bunda, para facilitar a penetração. Augusto começou a fazer mais lento para facilitar, e aos poucos, Giovanna vai se acostumando e, depois de muita demora, começa a gozar com as investidas de Augusto por trás. Luan num impulso, agarra o cabelo louro de Pâmela pela raiz, arqueando o pescoço da loura, e forçando ainda mais a empinada, facilitando a investida do rapaz. Enquanto isso, Augusto puxa o cabelo de Giovanna pelo rabo-de-cavalo que ele fez entre os fios dela, e também aumenta o vigor das estocadas. 

E num ato até então impensado para eles, Pâmela e Giovanna começam a se beijar furiosas, partilhando seu tesão, seu carinho e agora, mesmo seus machos!!! Enlouquecidos, os dois bombam intensamente, até que Luan goza furioso dentro de Pâmela. Em poucos instantes, é Augusto que enche o rabo redondinho de Giovanna com porra. Como no cumprir da árdua (e deliciosa) missão, eles tiram os cacetes de suas fêmeas, e após um suspirar profundo, elas desabam de bruços na cama. Os rapazes se deitam ao lado delas, também exauridos. 

Todos estavam plenos de prazer, e descansavam depois dos desempenhos naquela inesperada putaria... Após um longo tempo, rola um chuveiro para revigorar. Pâmela pega uma cesta de frutas e mais algumas bebidas, e eles voltam a papear pela noite adentro, cada uma das garotas de novo com seu respectivo par, mas de forma surpreendente, sem praticamente citar a sacanagem de pouco antes.

 Já era alta a madrugada, quando finalmente os rapazes fazem menção de ir embora. Trocando selinhos, eles dizem querer voltar outro dia, para retomar a brincadeira daquela noite, onde elas fazem carinha de dengosas. Eles se vão, e depois de novos tragos de bebida, Pâmela e Giovanna, novamente a sós, de fato fazem as pazes, em sua noite de meninas...

domingo, 13 de setembro de 2015

21 Real Fotos que são mais horríveis do que qualquer filme de terror - OMG [ViralNOVA]

O apelo de filmes de terror é que eles dão às pessoas uma maneira de experimentar a emoção de terror sem realmente ter de colocar-se no caminho do perigo. Para a grande maioria de nós, o cinema será o mais próximo que alguma vez chegar a um verdadeiro horror. Para outros, porém, o horror de demônios, fantasmas e assassinos tem um significado no mundo real. Estas são as pessoas que olham atentamente para a vida real e perceber o quão assustadora pode ser. Como prova disso, não procure mais do que as imagens seguintes, despojados direito das manchetes dos jornais. O mundo é um lugar assustador, de fato. Atenção: alguns deles são NSFW. 

1. Vista aérea do suicídio em massa Jonestown. Vista aérea do suicídio em massa Jonestown. Brainz.
Vista aérea do suicídio em massa Jonestown.

 2. Esta mulher nesta foto é realmente morto. Seu marido levou dois dias depois que ela faleceu. Não há nenhuma palavra sobre o que era a sua causa de morte. 
Esta mulher nesta foto é realmente morto.  Seu marido levou dois dias depois que ela faleceu.  Não há nenhuma palavra sobre o que era a sua causa de morte.

 3. Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa". Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa". Imgur  
Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa".

4. Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo. Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo. Imgur 

Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo.

 5. Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois. (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto). Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois. (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto). 
Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois.  (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto).

 6. O corpo de 23-year-old Evelyn McHale depois saltando do Empire State Building e desembarque em uma limusine Nações Unidas. Alguns chamam esta imagem de "mais bela suicídio do mundo." Imgur 
O corpo de 23-year-old Evelyn McHale depois saltando do Empire State Building e desembarque em uma limusine Nações Unidas.  Alguns chamam esta imagem de "mais bela suicídio do mundo."

 7. soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Imgur 
Soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

 8. A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia. A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia. Imgur 
A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia.

 9. As consequências de um acidente de carro horrível em 1945. As consequências de um acidente de carro horrível em 1945. Piloto filme 
As consequências de um acidente de carro horrível em 1945.

 10. câmeras Hospital pego algum tipo de espírito escuro pairando sobre um paciente uma noite. O paciente morreu poucas horas depois.  Piloto filme 
Câmeras Hospital pego algum tipo de espírito escuro pairando sobre um paciente uma noite.  O paciente morreu poucas horas depois.

 11. O corpo de John Torrington. 

O corpo de John Torrington.
 O corpo de John Torrington. Piloto filme Na década de 1840, John Torrington e uma equipe de exploradores tentou encontrar a mítica Passagem do Noroeste, que permitiria mais rápido para as viagens entre a América do Norte e Ásia. No entanto, durante a expedição, o navio de Torrington foi danificado, ea tripulação foi forçada a caminhar de volta através do Canadá a pé. Ninguém conseguiu voltar. O corpo de Torrington foi enterrado ao longo do caminho, perfeitamente preservado pelas temperaturas frias. 

 12. Loana o Bloodthirster depois de sua morte em 1909. Supostamente ela morreu de beber seu próprio sangue.
Loana o Bloodthirster depois de sua morte em 1909. Supostamente ela morreu de beber seu próprio sangue.


 13. Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea. Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea. Mundial de Ebaum 

Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea.
 14. Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima. Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima. Retinalechoes
Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima.

 15. Consequências da Porta 1997 suicídio de céu em San Diego, Califórnia. Aftermath de 1997 Porta do Céu suicídio em San Diego, Califórnia. Imgur 
Aftermath de 1997 Porta do Céu suicídio em San Diego, Califórnia.

 16. O chamado "pé de elefante" no coração da Central Nuclear de Chernobyl derreteu-down. 
O chamado "pé de elefante" no coração da Central Nuclear de Chernobyl derreteu-down.

 17. Momentos Pennsylvania político Budd Dwyer antes que ele terminou sua vida na TV ao vivo. Pensamento Catálogo
Momentos Pennsylvania político Budd Dwyer antes que ele terminou sua vida na TV ao vivo.

 18. Comandante nazista Joseph Goebbels depois de aprender o fotógrafo aqui era judeu. Peta Pixel
Comandante nazista Joseph Goebbels depois de aprender o fotógrafo aqui era judeu.

 19. O coração do vampiro acusado Auguste Delagrange. Ele disse ter matado pelo menos 40 pessoas no início de 1900.  Mundial de Ebaum 
O coração do vampiro acusado Auguste Delagrange.  Ele disse ter matado pelo menos 40 pessoas no início de 1900.

 20. Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942. Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942. Imgur 
Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942.

 21. Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson. Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel. Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson. Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel. ABC News (via: Pilot Filme) 
Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson.  Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel.


 Se há uma coisa que você pode tirar estas fotos, é que a vida real tem sido sempre --- e sempre será --- mais aterrorizante do que a ficção. Eu não estou olhando para a frente a esses pesadelos esta noite ...

domingo, 31 de maio de 2015

VEJA AQUI O DESABAFO DE CATARINA


“Meus dias cada dia mais estão ficando mais solitários. Cada vez mais as pessoas estão se distanciando de mim, estão enjoando da minha presença e estão indo embora. Estão se afastando de mim e não estão nem me dando o último adeus. Não entendo porque elas fazem isso, não sei porque elas preferem me abandonar. Será que não sou uma boa companhia? Mas não tem problemas, estou acostumada a viver sempre sozinha, aos poucos eu me afundo de uma vez na solidão e esqueço de todos. Mas quer saber? Será até melhor pra mim, assim evitarei me decepcionar e me magoar outra vez.” DESABADO DE CATARINA

sábado, 30 de maio de 2015

POR HOJE É SÓ PESSOAL :) PRA FINALIZA UM POEMA


Honra e dignidade.
Não há honra em manter-se a palavra.

Quando essa é juramento de vingança.
Não há dignidade em seguir com promessas.
Quando já não convém a maioria.
Não há honra em seguir velhos conceitos.
Quando esses ferem direitos humanos.
Não há dignidade em dizer a verdade.
Quando ela é pueril e só machuca quem a escuta.
Não há honra em considerações a nomes e tradições.
Quando eles escondem o lamaçal de corrupção e futilidades.
Não há dignidade em bradar erros alheios.
Quando o brado não retirar o ser dos trilhos da esquerda.
Não há honra em se manter estático nos valores.
Quando não produzem mais crescimento.
Não há honra em se postar como dono da verdade.
Quando a verdade humana é relativa.

Oww Mariáaa


Seu primeiro nome era Maria, mas ninguém lembrava. Ou lembrava e não chamava. Não chamava porque não importava, era Rita e pronto [me disse ela].

 Conheci Rita numa biblioteca, ela estava lendo a última página da biografia de Luis XIV [que ela me contou depois que era o monarca com o maior reinado da história da Europa]. Eu nunca tinha ouvido falar em Luis XIV, ela nunca tinha escutado uma música de Daft Punk. Rimos. 

No coffe conversamos sobrehobbies quando descobri sua paixão: últimas palavras. Jornalista que era, me contou que últimas palavras inspiravam suas poesias. Eu, baixista que era, falei sobre as melodias mais magníficas que já foram criadas. 

Passaram-se horas. Passaram-se dias. Noite. Telefonemas. Cinemas. Os meses corriam contra o tempo. Cheguei na biblioteca numa segunda feira e encontrei Rita lendo a mesma última página da biografia de Luis XIV. Era sempre ele. 

Vez ou outra eu olhava e achava que era o mesmo livro, mas preferia pensar que não. Porque seria, afinal? Decidi perguntar. Rita me disse que, de todas as últimas palavras, a questão da sua vida se desprendeu das de Luis XIV: “Por que você chora? Você acha que eu deveria viver para sempre? Eu achava que morrer ia ser mais difícil”. 

Ela se embolou em seus argumentos e disse que deveria ser difícil morrer, não por morrer, mas por ter que morrer e saber disso, e aceitar isso como se a casualidade da questão nos fosse imparcial. Mas não era. Rita nunca havia me olhado com aqueles olhos.

 Ela sempre falava rápido e eu sempre ouvia, assentindo, mas não naquele dia. Ela me olhou baixo, sussurrou indagações e indignações, tocou-me a mão e falou: “Acho que disse o suficiente, assim como Marx”. Rita fechou a porta com uma leveza contemplável. Houve silêncio. E caixa de mensagem. E espera. 

E lembrança. Rita nunca mais abriu aquela porta, nunca mais foi ler a última página da biografia de Luis XIV, nunca mais tropeçou nas palavras. Rita, que eu insistia em pensar como Maria. Só Maria, que era tão mais bonito. 

Olhos tristonhos , Contos


“Estes olhos estão cansados de nada fitar, a escuridão da sala não revela mais nada, a contemplação da agoniante solidão traz-me apenas os erros. 
Quem deixei de ser, quem pensei que fui, corra-te de mim oh amor da minha vida, já não tenho mais vitalidade para sofrer. 
O inferno está vazio, todos nós somos santos arrebatados a grande felicidade. Há vilões e heróis multiplicados em um mesmo reflexo, perdão a quem amei e a quem enganei. Traído e traidor. Bem vindos a confissão de um homem que não sabe mais de si. 
A juntas estão a falhar como prêmio de consolação, se venci algo, eu não fora avisado. Teus dias estão contados verão, os meus traçados pelo destino que insisto em afastar de mim. Corra, o que sobrará no fim da avenida, se não mais uma outra avenida? 
O protagonismo não fora feito para ser dividido, o reino estás preso no corpo da nova estrela, atirem-se a ela caro súditos. Quem será o analista divorciado que irá as linhas de mim traçar? 
A insônia repassa-me o presente detestável, traz-me bolsas acinzentadas. Ora, elas serão muito bem-vindas, a neutralidade desta morbidez és capaz de destacar-me como exemplo a não seguir-se. Caro amigo, não sinta demais, ou estarás condenado. 
E ninguém quer vestir-se de ridículo, não é? O vento de chuva sopra-me o blues e sem tardar a chuva veio e banhou-me, mas nada escorrera, as impurezas ainda continuaram incrustadas em minha pele. 
Ondas de calor passeiam pelo corpo, mas não é tesão, o silêncio insiste em me beijar e eu beijo-lhe de volta com toda a minha volúpia. 
A única interação amorosa que tenho, as amantes fugiram deixando-me para trás a inspecionar as juras das conjunturas frases. 
Não fora amor, não fora carnal, fora algo tão intenso quanto, talvez uma mistura dos dois, talvez por isso tenha amado tanto o sui generis que fomos. 
Algo ímpar que fora esquecido. A paixão metamórfica arrecadou-me em seus braços, mas ainda assim há outros fragilizados para salvar nesta noite. 
O pecado e a doçura confessada em uma mesma boca. Os passos foram distribuídos a quem nunca lembrara-se, por pouco o carnaval já passara, au revoir minha névoa desbotada. E os olhos continuam a não fitar mais nada, passando noites e dias, sol, chuva e neblina.
 A esperança parece morrer para rejuvenescer-se em mais um novo amanhecer. Poupe-nos com vossas tristezas, temos o nosso chá de impurezas para degustar. Apaixonei-me, amei por mim e como ninguém, em meu peito senti o disparo quente do fuzil e pouco depois a entrada do inverno sem bater na porta. Estás a perguntar-se o que fiz com esse amor? Simples, deixei a bala alojada em meu peito agonizando e pedindo mais…”
—  Olhos Tristonhos, Pierrot Ruivo

Dragão de Lata , Contos

“Dragão de lata, leve-me ao meu destino, faça-te tua função de guia e apresente-me os sujos pontos turísticos. 

Em meus olhos transbordando miopia, vejo que as fumaças das fábricas tampam o belo horizonte. Meu coração deságua na garoa de uma mãe de primeira viagem que teve seu filho retirado à força, pela força da violência.

Que impõe e transpõe sua vontade frente aos demais. Cartéis românticos aos homens louros e robustos, carretéis aos velhos homens de espírito jovem, que aproveitem bem o soprar do vento. Dragão de lata, as leis da física não aplicam aqui, teu sangue frio esfria-me, neste calor que nos castiga sem motivo aparente.

 Dragão, quanto mais gente tu podes suportar? Agora percebo, nem tua calmaria se salvou neste calor, afinal não há mais água para matar tua sede fervorosa. Agradeço-te a companhia, o que tu queres me confessar?

 Amores pedidos ou atrasos contínuos. Entre pés entrelaçados, os olhares chocam-se em um cruzado no queixo, mais do mesmo, menos de nada. Sintoma da paixão borbulhando na pele inspiradora do poeta. Perdoa estes versos castelhanos de coração, vejo a Argentina como minha redenção. Além da terra, caro dragão. 

Consinta com o ferro que lhe faz pulsar e arde em ausência de mim. Da terra tu não podes aferir a liberdade em gozo. Em ti, sentimos o encontro dos mal educados com os politicamente corretos, em cortesia sinta meu fétido cheiro, em calmaria sinta o meu mais novo perfume importado. Leia minhas mensagens. 

O amor era-se pouco, então vingou o rancor. Nas batidas estressantes de tua porta, que mastiga tecidos desavisados. Tuas escamas caro dragão, são todos os tons em degradê de um belo azul. 

E ainda sim, noto em ti alguns pontos brancos, será o principio de uma vitiligo ou feridas como troféus, de quem tanto que recebeu pisadas desordeiras. 

Ora, o que será o branco se não o sangrar de todas as cores, há ausência de quem fora condecorado com a finitude de fingir. 

Hei de me ouvir, meu companheiro. Amo a musa que sempre me presenteia com a tão perseguida inspiração, falta-me coragem de um bom campeão, pois ainda a amo com culpa de um pecador, revelo-te em meus olhos tremidos, mas você não os vê. 

Digo-te na pronuncia trêmula de meus lábios, mas você não os lê. Então, grito no silêncio de minha poesia. Habemus vida, Habemus poesia. Se o peito bate desconexamente, eu ainda amo você…”

Como prometido , Mais contos aqui , enviem seus contos para nós

“E eu amo… Amo tanto que chega a doer em mim mesmo. Mas bem sei que o amor pode até vir a ser bom, não o provedor. 

Casa bagunçada e desregulada. Adepto ao caos e torto por defeito. Desde suas concepções até seu frágil corpo. 

Amei e as borboletas também, benditas e malditas ao mesmo tempo, presenteiam-me com fortes náuseas que fazem-me esmorecer. 
Cálido há tempos não sou. O amor é bom e eu o que sou? Mero mensageiro? De resto em resto caminhe até ser o prato principal de alguém, não atreva-se a contentar em ser o Petit Gâteau. Boas novas? 

Apenas estou a definhar-me na retrospectiva de quem fui e nunca mais voltarei a ser. Um tanto dramático eu sei. Perdoa-me por ser esse catalisador de tragédias, internas e alheias. Amei-te friamente e em tentação de firmamento expulsei os meus demônios para eles me assombrarem na manhã seguinte ao desalojamento de mim. 

Abra-me o peito e veras coleções e coleções, algumas palpáveis aos teus olhos acostumados com o sol. Mas uma olhada mais detalhada e vós vereis o preceito de todas as tempestades, dores e muitas nuvens carregadas prontas para abater-ser ao solo. 

A morte ciumenta afastou-me de meus amores apenas para me ter exclusivamente para ela. E este cheiro de sangue chove em meu céu da boca, o porquê não sei.

 Está na vez de quem de tecer uma teoria classificatória? Transtorno do contorno, volta e meia e já se foi. Volta e meia e novamente estou ao meu lugar, emaranhado com minha solidão. 

O terremoto abre o cadafalso, prepara-te para o show que está para começar, caros sádicos. A graciosidade de despedir-se antes mesmo da calorosa apresentação. Tranca-me em isolamento e os tremores sumirão. 

Tu podes calar minha voz, mas minha mente não. Olha bem para o espelho, tuas boas normas e finalmente entendas que jamais serei como elas, embora em minhas costas eu tenha carregado o peso de teus princípios. 

Bailarina convoco-te para dançar entre os espaços vazios de minhas granadas. O coração lhe grita, mas a condecoração de Pierrot Impede-me a voz alta. Resta-me escrever até o cansar dos dedos. Guarda imperial de nada serve se não para cuspir-me o alto astral. Sacerdotes cospem seus dotes na função da qual não faço mais parte.”
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domingo, 4 de setembro de 2016

A RUIVA ... +18


Tinha saído da sala escura, cuidadamente para não calcar ninguém. Gosto destas festas de sala escura, apesar de ser complicado na chegada mostrar identificação atestados médicos, e a confusão de todos se despirem e deixarem a roupa amontoada muitas regras mas é compreensível.

Resultado de imagem para JEAN GREY cosplay +18Tinha sido chupado por alguém, não quis sequer saber se tinha barba ou pele macia e cabelo comprido. Fiquei a sentir o meu pau a bater numa garganta, bem lá no fundo enquanto brincava com uma xoxota com uma pequena linha bem desenhada de pelinhos. Comecei por brincar com os dedos e depois deu para chupar e enfiar a língua. Distraí um pouquinho porque a dona daquele sexo gritava muito e bem alto. Foi um prazer, mas agora precisava de álcool para tirar o sabor ácido daquele sexo a passear na minha garganta.

Peguei numa garrafa de rum e fui para a cozinha procurar um copo. Ao chegar à porta vejo uma mulher de joelhos, cabelo ruivo pousado nos ombros e blusa branca. Apesar de a ver de costas facilmente percebi que estava a chupar um dos jovens, em pé na sua frente. Eram dois homens altos, cabelo rapado e sem pelo em nenhuma parte do corpo, pelo menos eu não via nenhum e os seus corpos tinham uma luminosidade brilhante, as suas peles refletiam a luz.
Decidi começar a beber pela garrafa na tentativa de não interromper aquela bela cena. 

A mulher chupava um e punhetava o outro, e ia trocando, deixando bem visíveis umas covinhas nas bochechas de cada vez que chupava aqueles enormes mastros. Era impossível fazer uma garganta funda, ou será que ela estava a fazer e eu não conseguia ver bem desde aquele sítio? Analisei as pernas daquela mulher com um corpo bem moldado, calcinha fio dental que deixava bem visível aquele rabo branco. Eles pareciam nadadores ou surfistas, eram enormes, bem musculados e com uns peitorais maiores que muitas mulheres. Ponho a garrafa novamente na boca. 

Quando começo a pensar se me junto àquele trio, ela se senta sobre as suas pernas e deixa cair a blusa, mostrando umas alças de soutien rendadas e pretas... Levantou-se pondo uma mão no joelho, e em cima daqueles saltos enormes quase ficava da altura dos homens. Um deles disse para ela se deitar na mesa, e porque ela estava de barriga para cima, ele rodou as pernas deixando-a de lado. O outro também se tinha aproximado deles e estavam quatro mãos a acariciar a sua pele branca e lisa. Desapertaram o soutien e tiraram a calcinha, quando ela ia tirar os sapatos, um disse para ela deixar. Eles tinham uns paus enormes, como eu nunca tinha visto e até estava com vergonha de estar ali com o meu pau a crescer, vendo aquele filme.

O homem mais alto levantou uma perna da mulher, deu um pequeno tapa na nádega e entrou forte, de uma só vez no sexo dela. Ouviu-se um pequeno ai. O outro jovem deu dois passos, sempre a acariciar as costas da mulher, e puxou o corpo dela até ao limite da mesa. De seguida pegou no seu pau enorme e levou-o para a boca dela. Eu estava a adorar aquela cena, mas procurava fazer o mínimo de movimentos sem qualquer ruído de modo a não interferir com o desempenho deles, e principalmente do dela. Deu vontade de pegar a camera e fazer um filme com o pau a perder-se nos lábios dela e o outro pau a desaparecer e aparecer entre as suas pernas. Quando tiro a garrafa da boca vejo aquele puzzle a desmontar-se, os homens a afastarem-se de mão dada e a mulher sentada na mesa de ombros encolhidos e como que a perguntar o que havia acontecido. Sorri e ela respondeu com uma pergunta:

- O que aconteceu aqui? Nem aqueci o motor e eles já descarregaram? Fodasse! 
Sorri. Levei a garrafa novamente à boca para ela não esperar nenhum comentário meu, mas gostaria de dizer que tem vantagens em ter mais experiencia. 

Quando volto a olhar para ela, já se dirigia para mim, num passo dengoso, em cima daqueles enormes saltos que a tornavam muito mais esguia. Os seus seios eram de tamanho médio, um bom tamanho cabendo na mão, com um mamilo grande e bem rosadinho.

 Os seus lábios estavam bem vermelhos, não sei se do baton ou por ter chupado aquele pau enorme. 
Esticou o braço e perguntou se podia beber, “claro!” respondi, disponibilizando a garrafa, mas ela deu ainda mais um passo na minha direção, quase que tocando no meu pau e eu quase roçava nos seus seios. Bebeu, parou e voltou a por a garrafa na boca. 

Tirou dos lábios e ao devolver a garrafa quase a pôs nos meus lábios, torcia a cara e o corpo, pousou uma mão no meu braço, disse um palavrão e sorrimos. Depois de beber procurei os seus olhos escuros e a pintura fazia-os muito mais sedutores. Os nossos olhos estavam colados e sinto uma mão a segurar o meu sexo.

Estremeço, ela sorriu e perguntou se podia. Sorri e comecei a acariciar-lhe os seios, tão disponíveis. Baixei-me ligeiramente para os meus lábios chegarem aos seus mamilos.
Rodei o seu corpo e ela encostou as costas no meu peito voltando a agarrar o meu sexo. Beijei-lhe o pescoço enquanto acariciava os seus seios. Tinha uma respiração compassada e já meio ofegante. Quando as minhas mãos começaram a descer para o seu sexo, ela afastou-se ligeiramente e começou a brincar com a glande do meu pau no anelzinho do seu cuzinho. Afastou-se mais e dobrou o seu corpo, eu com as minhas mãos afastei as suas nádegas facilitando aquela brincadeira. 

Via as suas costas e o meu pau ficava cada vez mais duro com aqueles movimentos.
Ela conduziu-me até à entrada do seu sexo e quando me preparava para entrar sinto o seu corpo afastar-se novamente, vejo-a a erguer-se e a dirigir-se para a mesa. Fico imóvel até ela se dobrar e deitar a cabeça sobre a mesa e olhou para trás para ver o que eu faria. Pousei a garrafa e aproximei-me do seu corpo, e com uma mão abri as suas nádegas e com a outra conduzi o meu pau até ao seu cuzinho.

 Forcei a entrada e lentamente fui até ao fundo daquele corpo. Fui e vim muito lentamente, ela suspirava e lançávamos uns “fodasse!”, ora eu, ora ela. Uma das vezes, quando estava bem lá dentro decido parar e começo a passear as mãos naquela pele lisa das costas, deslizando as mãos até aos seus seios que estavam pendentes e com o bico do mamilo bem desenhado. A segurar os seios retomo o movimento, quase saio e volto a entrar com força, “ai fodasse!”, ouço. Continuo até desviar as mãos dos seus seios para o seu sexo. Ao chegar sinto a sua mão e antes que pensasse alguma coisa, ela diz “agora não pares, caralho, fode-me sem parar!”. Assim fiz, agarrado nos seus quadris, acelerei ligeiramente os meus movimentos de vai-e-vem.

Gosto particularmente de ver a dança dos seios sempre que há este movimento de dois corpos, mais ou menos sintonizado, bunda contra a zona do púbis, choques suaves que se repetem e os seios balançam, dançam, aguardam umas mãos que os controlem.
A respiração dela não deixava qualquer dúvida sobre o prazer que estava a sentir e eu para além de a copiar na respiração, dava pequenos “ais” de tao excitado. Os meus dedos apertaram a sua pele como se quisessem entrar para dentro do seu corpo, agora que penso nisso, nem sei como não a magoei. 

Continuava a ir e vir, mais rápido agora, “aiiii” disse ela, um “ai” mais forte, e assim fiz, agarrando-a com mais forca nos quadris, acelerei os meus movimentos e fui bem até ao fundo de cada vez que o meu corpo se aproximava do dela. Um “ai” vindo da boca dela acompanhado de outros bem audíveis deixavam adivinhar que ela estava quase a chegar ao climax, mas eu não perguntei nada e continuei ate dizer, bem colado ao seu ouvido, que já não aguentava mais e deixei cair o meu corpo sobre o dela.

 Conseguia sentir o cheiro da sua pele e do seu cabelo, era uma mistura de odores que se complementavam e inundavam o meu nariz, provocando una excitação. Sinto uma mão na minha cabeça, era ela a acariciar-me, entendi como sendo um gostei muito e também lhe dei um abraço bem forte, de modo a ela perceber que aquele desejo de entrar com o meu peito nas suas costas era para transmitir que tinha sido uma foda magnífica. 
Os nossos corpos ergueram-se e os nossos olhos voltaram a cruzar-se, sorrimos. Ela disse que se ia lavar e convidou-me para a acompanhar. Dei-lhe a mão. Enquanto nos lavamos o meu pau começou a dar sinais de vida, ainda vais acalmar a minha xaninha? Perguntou ela. Respondi com um sorriso e fechei os olhos, aproximei-me dela e abraçamo-nos. Meu nome é Sthé, ouvi no meu ouvido.

Putaria na cachoeira ....+18

Conheci Elisangela no badoo, em pouco tempo de conversa já estávamos falando sobre sacanagens variadas. Depois de 1 semana de bate papo, intensificamos nossa sacanagem, propus a ela de irmos em uma cachoeira na cidade de santa rita de jacutinga-mg, eu, ela, um amigo meu e uma amiga dela, ela gostou do convite e aceitou, dizendo que levaria a amiga.

Resultado de imagem para putaria na cachoeira Marcamos num sábado ensolarado, morávamos no estado do RJ, porém em cidades diferentes. Elisangela viria de ônibus até minha cidade e então iríamos no meu carro pra cachoeira, porém a safada chegou sozinha sem a amiga, disse que a amiga teve problemas particulares e não pôde vir, e não conseguiu chamar outra a amiga à tempo. Disse à ela que não tinha problema, que então ela teria que dar pra mim e pro meu amigo, pois ele estava na expectativa de comer a amiga dela, foi então quando ela olhou pra ele e disse que tudo bem, ela daria pra nós dois. 

Entramos no carro e fomos ouvindo música e falando um monte de sacanagem durante o percurso(80km de distancia), dentre essas sacanagens, cogitei de ela ir chupando meu pau enquanto meu amigo chupava, enquanto eu dirigia,( tenho cada ideia doida, a estrada tem muitas curvas, imagina ela me chupando enquanto dirijo.. rss) parei o carro, abaixei o banca do carona, Elisangela começou chupar meu pau ficando de 4 e meu amigo começou a tirar sua roupa... em seguida enfiando a lingua na xota dela... a vagabunda estava adorando e a gente mais ainda... falei que ia ir dirigindo devagar senao iamos chegar tarde na cachoeira... andamos uns 20km fazendo essa sacanagem, gozei na boca dela e ela gozou na lingua do meu amigo. 

Paramos num bar na estrada e compramos cervejas e fomos bebendo ate chegar no nosso destino. Chegando na cachoeira, dei inicio aos trabalhos(levamos carnes pra fazer churrasco), brasa acesa e carne na grelha, fomos pra agua refrescar um pouco, afinal além do calor do sol, estavamos transbordando tesão. A cachoeira estava lotada, várias gostosas, com isso a piroca não parava de ficar dura e Elisangela percebeu e imediatamente me convidou pra irmos pro fim da cachoeira, onde não tinha ninguem. Chegando la ela caiu de boca no meu pau, ela adora um boquete, e faz boquete que é uma beleza. Encostei na pedra e ela chupava meu pau igual um sorvete, cheia de sede... Nisso ouvimos um barulho, em seguida chegou meu amigo, balançando o pau dizendo que tb queria, morremos de rir, pois tinhamos levado susto achando que era o dono do bar. Então falei, cachorra tira esse bikini e vamos começar a sacanagem, ela tirou na hora e disse: -Quem vai me comer primeiro? ficando de quatro e rebolando a bunda. -EU falei: nós dois vamos comer você ao mesmo tempo sua cadela, filha da puta, vadia.(ela adora ser chingada e apanhar) 

Aproveitando que ela estava de quatro, fui logo dando uma chupada no cu dela, pra ele ja ver qual era a minha intenção rs... ela disse que queria pau no cu mas antes eu tinha que comer a buceta dela um pouquinho. Meu amigo botou ela pra mamar e eu botei na buceta dela, ensopadissima e apertadinha, apesar dela ter 38 anos e 2 filhos. Dei várias socadas na xota dela por uns 5 minutos, e perguntei: -Será que tu aguenta no cu sua piranha? Aí ela disse> Aguento, pode comer, vem come meu cu seu cachorro. Dei uma cuspida no cu dela e enfiei meu pau de uma só vez, até o talo, e ela gritava de tesão, dizendo pra eu fuder o cu dela gostoso que ela é uma vadia piranha e que queria porra dentro do cu... falei pro meu amigo deitar e ela deitar em cima dele enfiando a buceta no pau dele e eu enfiei meu pau no cu dela... que delicia aquele momento, 3 gemidos, 3 safados...

 Elisangela cavalgava nele e socava no meu pau ao msm tempo, comecei a puxar o cabelo dela e dar tapa na bunda dela, ela pedia mais, eu batia na cara dela, chamando ela de vagabunda, piranha, vadia, cachorra, falando pra ela sentar gostoso na piroca do meu amigo, fazer ele gozar, pq eu só ia gozar depois que ela gozasse nela... e continuava dando tapa na cara e na bunda dela, Elisangela naquele momento se sentia uma verdadeira puta, sendo devorada por 2 machos cheios de disposição... meu amigo disse que ia gozar, falei pra ele se levantar e gozar na cara dela... ela disse pra ele obedecer minhas ordens, ele levantou e ela caiu de boca no pau dele, mamando ele enquanto dava o cu pra mim... ele em seguida gozou na cara dela, enquanto dava tapa e chamava ela de vadia... eu puxando o cabelo dela comecei a socar mais forte no cu, uma sequencia de socada que me fez chegar ao extremo do prazer, falei que ia gozar, ela rebolava rebolava gostoso no meu pau, foi quando gozei, enchendo o cu dela de porra, bem la dentro, bem quentinho, tirava meu pau do cu dela e foi maravilhoso ver ela de 4 toda aberta com aquele cu piscando leite... ela queria mais sexo, nao estava satisfeita ainda... fizemos outras vezes, porém deixo pra contar em outra ocasião.

Pâmela e Giovanna ....

Pâmela e Giovanna continuavam suas peripécias, sendo que a essa altura, podia-se dizer que Pâmela era a “mulher” da relação (que se deixava possuir) e Giovanna o “homem” (quem possuía). Mas a relação sofreu um abalo quando Giovanna começou a namorar Luan, um atlético ex-colega de faculdade que atraía a loura peituda. 

Pâmela ficou furiosa, apesar de se entregar, já tinha um sentimento de exclusividade, não imaginava a amiga e amante com outra pessoa. Com isso, as duas ficaram sem se falar por um mês. E como num sentimento de revanche, Pâmela começou a namorar Augusto, um marombeiro de sua academia que lembrava muito Cauã Raymond, e que parecia comê-la a cada série de treino em que Pâmela exercitava seu corpo delicioso e sensual na academia... Já na primeira noite, na casa de Pâmela, Augusto partiu pra cima, e o resultado foi uma foda animal: trepou cinco vezes com a loura, que gozou forte em todas as posições... 

Resultado de imagem para pamela e giovana Quando finalmente elas se encontraram para papear num bar, Giovanna perguntou se ela “tava dando gostoso” para o “marombinha”, como ela apelidou Augusto. Pâmela retruca que ele era mais gostoso do que o “cdf”, como ela também apelidou Luan. Giovanna disse então que ela fizesse bom proveito, pois ela parecia uma cachorra quando gozava com o marombinha... Pâmela ficou furiosa, além de se sentir meio “chifrada”, viu que estava sendo espiada por Giovanna!!! Ela manda a amiga se foder, e faz menção de ir embora. No tranco, Giovanna segura a amiga e projeta sua língua macia dentro da boca de Pâmela, que ofegou excitada, comprimida pelos peitos firmes de Giovanna. Mas dessa vez, Pâmela estava magoada: se desvencilhou e foi embora...

 Passa-se mais uma semana, e Giovanna liga chorosa e pedindo desculpas para Pâmela, disse que queria fazer as pazes, e se ela podia ir ao apartamento da amiga. Pâmela meio relutante pela discussão acabou topando, e disse que ela podia ir sexta à noite, dado em que os pais viajaram para o Nordeste. Pâmela se vestiu simples para a ocasião: trajava um top amarelo desabotoável e um shortinho curto e soltinho com listras, que valorizava suas coxas exuberantes e bem torneadas, além de exibir bem o rebolado delicioso de sua bunda. O interfone tocou, era Giovanna quem pedia para subir. Pâmela permite, e logo tocava a campainha de seu apartamento... 

 Ela abriu e engoliu em seco: lá estava Giovanna com uma minissaia que ressaltava igualmente suas belas coxas, e um top que era quase uma tira sobre seus deliciosos peitos. Mas... estavam lá também o namorado dela Luan e, pasmem, o namorado de Pâmela, Augusto. Giovanna saúda a amiga com um selinho, e diz que todos deviam “debater” a situação que se formou. De forma inesperada, Pâmela percebeu que Giovanna contara tudo aos rapazes sobre o que rolava entre elas. Eles se dirigem ao quarto de Pâmela, onde havia dois sofás próximos da cama, e que ficava do lado de uma varanda. Um pouco retraída, Pâmela se sentou em um sofá com Augusto, enquanto Giovanna pegava umas bebidas. Logo, todos começam a conversar ao mesmo tempo, com Giovanna e Luan no outro sofá. Após alguns drinques e conversas mais sociais, Giovanna finalmente declara que ela e Pâmela gostam de fazer sexo, como quem diz a coisa mais normal do mundo! Ambos os rapazes ficam em silêncio, mas sem fazer qualquer expressão de surpresa. 

Ela diz então que eles têm de aprender a dividir, senão eles perderiam as duas. Mais silêncio por parte dos rapazes, e Pâmela estava vermelha, de vergonha e pela Ice que bebia e ruborizava seu rostinho de ninfeta... Após alguns instantes, Augusto toma a palavra, e pergunta para a namorada se aquilo era verdade. Pâmela, totalmente encabulada, admite. Após instantes, ele acaricia o rosto dela e diz que “vai se esforçar” para a relação dar certo. 

E de forma ainda mais inesperada para a patricinha, ele toma a boca dela num beijo molhado, logo correspondido por Pâmela... A língua quente do rapaz a enchia de prazer... Logo, ela sente mãos percorrerem seu corpo apetitoso, e percebe que não são de Augusto. Ela abre os olhos e a surpresa: Luan se levantara do sofá em que estava com Giovanna, e começava a acariciar Pâmela, envolvendo todo seu corpo de deusa. Ele arrancou com carinho o shortinho e a calcinha azul que a gostosa vestia, deixando Pâmela quase perplexa, enquanto beijava Augusto. Ela já ia protestar, mas outra surpresa: elas sentiu delicadas mãos em seu cabelo dourado, e então percebe que Giovanna, entre carícias, desabotoava o top da amiga, desnudando seus também belos seios. 

Beijava a orelhinha e acariciava os peitos da amiga, massageando-os a partir dos mamilos... como que a ouvir a amiga dizer “relaxa, sua puta”, Pâmela se entregava à loucura em que era envolvida... Luan deslizava suas mãos enormes pelo macio ventre daquela loura, e com habilidade, introduz um, depois dois dedos na chana apertada de Pâmela... ele sobe e desce com seus dedos, fazendo uma pressão que causa espasmos na gostosa... Para completar, Giovanna começou a chupar os peitos de Pâmela. Ela se sentia como sendo abusada, mas em seu íntimo, teve de aceitar: estava adorando ser bolinada por tantas mãos, e retribuía com mais intensidade o beijo de Augusto, para aliviar o tesão que sentia... Luan parecia esfomeado com a sensualidade de Pâmela. 

Em instantes, ele deslizava a língua pela superfície sedosa dela, e livrava suas mãos para também massagear os peitos da loura. Em instantes, ele escala o físico delicioso de Pâmela, e tomando licença de Augusto, a toma num beijo intenso. Luan deslizava suas mãos pelos quadris da loura, passeando pelo seu ventre harmonioso, e enlaçando sua cintura, descendo as enormes mãos até as polpas daquele rabo maravilhoso. Apertava com gosto, sem tirar a língua da boca de Pâmela, que não deixava de retribuir aquela segunda boca safada na sua... Apesar de deliciada pelo “cdf”, nesse instante foi que ela notou que só Luan ainda estava em seu corpo...

 Então a loura, embora deliciada, viu pasma: Giovanna e Augusto se pegavam no outro sofá. Ele, só de sunga, tirara o top-tirinha da gostosa e se fartava em seus seios, chupando-os como um bezerro... Além disso, ela se esfregava lentamente, como numa dança, sobre o cacete duro de Augusto, que ia pouco a pouco arriando sua calcinha preta, e desnudando de vez a bundinha gostosa da outra loura. Excitada pela situação, Pâmela entra de vez no jogo e sussurra no ouvido de Luan: “deita, eu vou te chupar gostoso!!!”. Pego de surpresa pelo convite, Luan a fita pelos olhos, e sem mais palavras, se deita sobre o tapete do quarto de Pâmela, e arria sua sunga preta, revelando um cacete grosso de uns 20 cm, do tipo que Pâmela curtia. A loura desce pelo conjunto do macho, e finalmente agarra sua vara, abocanhando com gosto.

 Ela mostrava habilidade: conforme Pâmela fazia movimentos com a língua, ela lambia o saco e o cacete do rapaz, se prendendo exaustiva na glande, em uma chupeta deliciosa, enquanto realizava uma lenta punheta. À medida que a gostosa realizava aquela performance, Luan disse que ela era uma vaca gostosa, e que não estava arrependido de aceitar o convite para a putaria de Giovanna. Ela finalmente sabia do plano da amiga, mas àquela altura, se divertia e se deliciava também... parecia que a amiga sabia do que ela gostava. 

 Ela vê que no outro sofá, Augusto sentara, e Giovanna, de joelhos, também chupava o pau de Augusto, que Pâmela já conhecera desde a primeira foda... ela continuava a chupada, que enfim terminou com um jato volumoso em sua garganta... como numa sincronia, ela viu quando Giovanna ficava com a cara melada pela ejaculação de Augusto... ela ria e chamava a amiga de cachorra, e que ela devia se acostumar também a ser “degustada”...

 Todos riam... Como a aumentar a eletricidade do êxtase, Luan pegou Pâmela de jeito ainda no tapete, abriu num tranco suas coxas grossas e afundou a língua entre as coxas maravilhosas da loura... logo, ele enterrava a língua dentro do sexo de Pâmela, que ofegou forte... massageava o clitóris, e dava um banho de língua que excitava a safada... logo, ela se perdia em meio a gritos de satisfação por aquela língua hábil brincando em seu sexo, enquanto via Giovanna sentada com a vulva na cara de Augusto, que se acabava chupando a loura peituda apoiada no braço do sofá... Não deu outra: em meio ao seu êxtase, ela quase não nota quando Luan, num movimento dos joelhos, se encaixou e enterrou de uma só vez o caralho dentro da vagina da loura. 

Ela novamente ofega, percebe o quão grosso e grande era aquele cacete dentro de sua delicada vulva, e então ela sente o macho socar forte num vai-e-vem frenético. Pâmela se sentia sendo aberta a cada penetrada, ia aos poucos se acostumando e relaxando com o prazer que aquele homem e seu pênis causavam a seu corpo de fêmea invadida... suas coxas eram firmemente seguras pelos braços fortes de Luan, e depois de longos minutos, ela deixa escapar um gemido gostoso ao sentir que o cacete dele pulsava e finalmente ejaculava dentro dela... Com o tesão aliviado daquela foda, e com Luan relaxado dentro dela, ela agora via Giovanna galopando e balançando sensual suas tetas enormes como uma amazona na pica de Augusto, que bufava como um cavalo deitado no sofá, gozando finalmente nela...

 Os quatro estão extasiados, mas faltava algo que os rapazes queriam, e que eles não parecem ter combinado a princípio com Giovanna. Após alguns instantes, a loucura final, que pegou ambas de surpresa: Luan agarra Pâmela, Augusto agarra Giovanna, e todos vão para a cama de Pâmela. Ambas são colocadas de quatro, uma de frente para a outra, com os rostos próximos. Elas estavam prestes a ser enrabadas!!! Giovanna na hora protesta, disse que não combinaram aquilo, mas levou uma tapa sonora na bunda, ficando quieta. Pâmela, a ser modo, se divertia: já fizera sexo anal com Augusto, mas nunca (mesmo!!!) ela tinha visto a amiga ficar tão submissa. 

E então, é Pâmela que declara: “agora aguenta sua vaca, quem mandou provocar macho?”. Ela xinga a amiga de volta, e em meio a conversa “carinhosa”, as duas eram lubrificadas pelas suas próprias ejaculações, que os rapazes tiravam de suas vulvas, e com os dedos, passavam naqueles rabos deliciosos, forçando em cada garota uma rebolada gostosa. Nova sincronia, e enfim com os cacetes melados, Luan enterra fundo em Pâmela, e Augusto em Giovanna. Embora o cacete de seu namorado Augusto fosse considerável, Pâmela percebia que o de Luan era um pouco mais grosso, e Luan era uma rapaz mais esguio também. Isso facilitou as investidas do rapaz, que logo literalmente enrabava Pâmela, em um ritmo feroz e ágil. 

Pâmela começava a rebolar, e a cada mexida, recebia um tapinha de leve em seu rabo provocante e suculento... por sua vez, ela percebia: Giovanna não devia ter experiência em dar a bunda, pois gemia e reclamava da grossura do pau de Augusto. De fato, por ele ser mais forte que Luan, Augusto segurava Giovanna com firmeza pelos quadris, e a bunda apertada dela dificultava a penetração. Devido a tensão da amiga, Pâmela enquanto era sodomizada, recomenda que ela empine mais a bunda, para facilitar a penetração. Augusto começou a fazer mais lento para facilitar, e aos poucos, Giovanna vai se acostumando e, depois de muita demora, começa a gozar com as investidas de Augusto por trás. Luan num impulso, agarra o cabelo louro de Pâmela pela raiz, arqueando o pescoço da loura, e forçando ainda mais a empinada, facilitando a investida do rapaz. Enquanto isso, Augusto puxa o cabelo de Giovanna pelo rabo-de-cavalo que ele fez entre os fios dela, e também aumenta o vigor das estocadas. 

E num ato até então impensado para eles, Pâmela e Giovanna começam a se beijar furiosas, partilhando seu tesão, seu carinho e agora, mesmo seus machos!!! Enlouquecidos, os dois bombam intensamente, até que Luan goza furioso dentro de Pâmela. Em poucos instantes, é Augusto que enche o rabo redondinho de Giovanna com porra. Como no cumprir da árdua (e deliciosa) missão, eles tiram os cacetes de suas fêmeas, e após um suspirar profundo, elas desabam de bruços na cama. Os rapazes se deitam ao lado delas, também exauridos. 

Todos estavam plenos de prazer, e descansavam depois dos desempenhos naquela inesperada putaria... Após um longo tempo, rola um chuveiro para revigorar. Pâmela pega uma cesta de frutas e mais algumas bebidas, e eles voltam a papear pela noite adentro, cada uma das garotas de novo com seu respectivo par, mas de forma surpreendente, sem praticamente citar a sacanagem de pouco antes.

 Já era alta a madrugada, quando finalmente os rapazes fazem menção de ir embora. Trocando selinhos, eles dizem querer voltar outro dia, para retomar a brincadeira daquela noite, onde elas fazem carinha de dengosas. Eles se vão, e depois de novos tragos de bebida, Pâmela e Giovanna, novamente a sós, de fato fazem as pazes, em sua noite de meninas...

domingo, 13 de setembro de 2015

21 Real Fotos que são mais horríveis do que qualquer filme de terror - OMG [ViralNOVA]

O apelo de filmes de terror é que eles dão às pessoas uma maneira de experimentar a emoção de terror sem realmente ter de colocar-se no caminho do perigo. Para a grande maioria de nós, o cinema será o mais próximo que alguma vez chegar a um verdadeiro horror. Para outros, porém, o horror de demônios, fantasmas e assassinos tem um significado no mundo real. Estas são as pessoas que olham atentamente para a vida real e perceber o quão assustadora pode ser. Como prova disso, não procure mais do que as imagens seguintes, despojados direito das manchetes dos jornais. O mundo é um lugar assustador, de fato. Atenção: alguns deles são NSFW. 

1. Vista aérea do suicídio em massa Jonestown. Vista aérea do suicídio em massa Jonestown. Brainz.
Vista aérea do suicídio em massa Jonestown.

 2. Esta mulher nesta foto é realmente morto. Seu marido levou dois dias depois que ela faleceu. Não há nenhuma palavra sobre o que era a sua causa de morte. 
Esta mulher nesta foto é realmente morto.  Seu marido levou dois dias depois que ela faleceu.  Não há nenhuma palavra sobre o que era a sua causa de morte.

 3. Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa". Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa". Imgur  
Uma menina polonesa que cresceu em um campo de concentração que desenha um retrato de "casa".

4. Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo. Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo. Imgur 

Este homem é incapaz de sair dos trilhos do metrô em Nova York com um trem de rolamento para baixo.

 5. Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois. (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto). Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois. (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto). 
Um grupo de amigos em Beirute, no Líbano, momentos antes de uma explosão de carro-bomba, em seguida, momentos depois.  (A bomba estava no carro de ouro que você vê na primeira foto).

 6. O corpo de 23-year-old Evelyn McHale depois saltando do Empire State Building e desembarque em uma limusine Nações Unidas. Alguns chamam esta imagem de "mais bela suicídio do mundo." Imgur 
O corpo de 23-year-old Evelyn McHale depois saltando do Empire State Building e desembarque em uma limusine Nações Unidas.  Alguns chamam esta imagem de "mais bela suicídio do mundo."

 7. soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Imgur 
Soldado em estado de choque nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial.

 8. A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia. A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia. Imgur 
A decomposição continua a ser de uma menina que se perdeu e morreu na escuridão de breu das Catacumbas Odessa na Ucrânia.

 9. As consequências de um acidente de carro horrível em 1945. As consequências de um acidente de carro horrível em 1945. Piloto filme 
As consequências de um acidente de carro horrível em 1945.

 10. câmeras Hospital pego algum tipo de espírito escuro pairando sobre um paciente uma noite. O paciente morreu poucas horas depois.  Piloto filme 
Câmeras Hospital pego algum tipo de espírito escuro pairando sobre um paciente uma noite.  O paciente morreu poucas horas depois.

 11. O corpo de John Torrington. 

O corpo de John Torrington.
 O corpo de John Torrington. Piloto filme Na década de 1840, John Torrington e uma equipe de exploradores tentou encontrar a mítica Passagem do Noroeste, que permitiria mais rápido para as viagens entre a América do Norte e Ásia. No entanto, durante a expedição, o navio de Torrington foi danificado, ea tripulação foi forçada a caminhar de volta através do Canadá a pé. Ninguém conseguiu voltar. O corpo de Torrington foi enterrado ao longo do caminho, perfeitamente preservado pelas temperaturas frias. 

 12. Loana o Bloodthirster depois de sua morte em 1909. Supostamente ela morreu de beber seu próprio sangue.
Loana o Bloodthirster depois de sua morte em 1909. Supostamente ela morreu de beber seu próprio sangue.


 13. Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea. Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea. Mundial de Ebaum 

Os restos de uma vítima de combustão humana espontânea.
 14. Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima. Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima. Retinalechoes
Sombras dos povos vaporizado quando a bomba atômica foi lançada sobre Hiroshima.

 15. Consequências da Porta 1997 suicídio de céu em San Diego, Califórnia. Aftermath de 1997 Porta do Céu suicídio em San Diego, Califórnia. Imgur 
Aftermath de 1997 Porta do Céu suicídio em San Diego, Califórnia.

 16. O chamado "pé de elefante" no coração da Central Nuclear de Chernobyl derreteu-down. 
O chamado "pé de elefante" no coração da Central Nuclear de Chernobyl derreteu-down.

 17. Momentos Pennsylvania político Budd Dwyer antes que ele terminou sua vida na TV ao vivo. Pensamento Catálogo
Momentos Pennsylvania político Budd Dwyer antes que ele terminou sua vida na TV ao vivo.

 18. Comandante nazista Joseph Goebbels depois de aprender o fotógrafo aqui era judeu. Peta Pixel
Comandante nazista Joseph Goebbels depois de aprender o fotógrafo aqui era judeu.

 19. O coração do vampiro acusado Auguste Delagrange. Ele disse ter matado pelo menos 40 pessoas no início de 1900.  Mundial de Ebaum 
O coração do vampiro acusado Auguste Delagrange.  Ele disse ter matado pelo menos 40 pessoas no início de 1900.

 20. Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942. Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942. Imgur 
Uma mulher salta do último andar do Hotel Genesee em 1942.

 21. Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson. Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel. Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson. Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel. ABC News (via: Pilot Filme) 
Esta foto tomada por um mergulhador na Austrália acidentalmente capturado o corpo sem vida de Tina Watson.  Watson foi morta por seu marido, enquanto mergulho durante sua lua de mel.


 Se há uma coisa que você pode tirar estas fotos, é que a vida real tem sido sempre --- e sempre será --- mais aterrorizante do que a ficção. Eu não estou olhando para a frente a esses pesadelos esta noite ...

domingo, 31 de maio de 2015

VEJA AQUI O DESABAFO DE CATARINA


“Meus dias cada dia mais estão ficando mais solitários. Cada vez mais as pessoas estão se distanciando de mim, estão enjoando da minha presença e estão indo embora. Estão se afastando de mim e não estão nem me dando o último adeus. Não entendo porque elas fazem isso, não sei porque elas preferem me abandonar. Será que não sou uma boa companhia? Mas não tem problemas, estou acostumada a viver sempre sozinha, aos poucos eu me afundo de uma vez na solidão e esqueço de todos. Mas quer saber? Será até melhor pra mim, assim evitarei me decepcionar e me magoar outra vez.” DESABADO DE CATARINA

sábado, 30 de maio de 2015

POR HOJE É SÓ PESSOAL :) PRA FINALIZA UM POEMA


Honra e dignidade.
Não há honra em manter-se a palavra.

Quando essa é juramento de vingança.
Não há dignidade em seguir com promessas.
Quando já não convém a maioria.
Não há honra em seguir velhos conceitos.
Quando esses ferem direitos humanos.
Não há dignidade em dizer a verdade.
Quando ela é pueril e só machuca quem a escuta.
Não há honra em considerações a nomes e tradições.
Quando eles escondem o lamaçal de corrupção e futilidades.
Não há dignidade em bradar erros alheios.
Quando o brado não retirar o ser dos trilhos da esquerda.
Não há honra em se manter estático nos valores.
Quando não produzem mais crescimento.
Não há honra em se postar como dono da verdade.
Quando a verdade humana é relativa.

Oww Mariáaa


Seu primeiro nome era Maria, mas ninguém lembrava. Ou lembrava e não chamava. Não chamava porque não importava, era Rita e pronto [me disse ela].

 Conheci Rita numa biblioteca, ela estava lendo a última página da biografia de Luis XIV [que ela me contou depois que era o monarca com o maior reinado da história da Europa]. Eu nunca tinha ouvido falar em Luis XIV, ela nunca tinha escutado uma música de Daft Punk. Rimos. 

No coffe conversamos sobrehobbies quando descobri sua paixão: últimas palavras. Jornalista que era, me contou que últimas palavras inspiravam suas poesias. Eu, baixista que era, falei sobre as melodias mais magníficas que já foram criadas. 

Passaram-se horas. Passaram-se dias. Noite. Telefonemas. Cinemas. Os meses corriam contra o tempo. Cheguei na biblioteca numa segunda feira e encontrei Rita lendo a mesma última página da biografia de Luis XIV. Era sempre ele. 

Vez ou outra eu olhava e achava que era o mesmo livro, mas preferia pensar que não. Porque seria, afinal? Decidi perguntar. Rita me disse que, de todas as últimas palavras, a questão da sua vida se desprendeu das de Luis XIV: “Por que você chora? Você acha que eu deveria viver para sempre? Eu achava que morrer ia ser mais difícil”. 

Ela se embolou em seus argumentos e disse que deveria ser difícil morrer, não por morrer, mas por ter que morrer e saber disso, e aceitar isso como se a casualidade da questão nos fosse imparcial. Mas não era. Rita nunca havia me olhado com aqueles olhos.

 Ela sempre falava rápido e eu sempre ouvia, assentindo, mas não naquele dia. Ela me olhou baixo, sussurrou indagações e indignações, tocou-me a mão e falou: “Acho que disse o suficiente, assim como Marx”. Rita fechou a porta com uma leveza contemplável. Houve silêncio. E caixa de mensagem. E espera. 

E lembrança. Rita nunca mais abriu aquela porta, nunca mais foi ler a última página da biografia de Luis XIV, nunca mais tropeçou nas palavras. Rita, que eu insistia em pensar como Maria. Só Maria, que era tão mais bonito. 

Olhos tristonhos , Contos


“Estes olhos estão cansados de nada fitar, a escuridão da sala não revela mais nada, a contemplação da agoniante solidão traz-me apenas os erros. 
Quem deixei de ser, quem pensei que fui, corra-te de mim oh amor da minha vida, já não tenho mais vitalidade para sofrer. 
O inferno está vazio, todos nós somos santos arrebatados a grande felicidade. Há vilões e heróis multiplicados em um mesmo reflexo, perdão a quem amei e a quem enganei. Traído e traidor. Bem vindos a confissão de um homem que não sabe mais de si. 
A juntas estão a falhar como prêmio de consolação, se venci algo, eu não fora avisado. Teus dias estão contados verão, os meus traçados pelo destino que insisto em afastar de mim. Corra, o que sobrará no fim da avenida, se não mais uma outra avenida? 
O protagonismo não fora feito para ser dividido, o reino estás preso no corpo da nova estrela, atirem-se a ela caro súditos. Quem será o analista divorciado que irá as linhas de mim traçar? 
A insônia repassa-me o presente detestável, traz-me bolsas acinzentadas. Ora, elas serão muito bem-vindas, a neutralidade desta morbidez és capaz de destacar-me como exemplo a não seguir-se. Caro amigo, não sinta demais, ou estarás condenado. 
E ninguém quer vestir-se de ridículo, não é? O vento de chuva sopra-me o blues e sem tardar a chuva veio e banhou-me, mas nada escorrera, as impurezas ainda continuaram incrustadas em minha pele. 
Ondas de calor passeiam pelo corpo, mas não é tesão, o silêncio insiste em me beijar e eu beijo-lhe de volta com toda a minha volúpia. 
A única interação amorosa que tenho, as amantes fugiram deixando-me para trás a inspecionar as juras das conjunturas frases. 
Não fora amor, não fora carnal, fora algo tão intenso quanto, talvez uma mistura dos dois, talvez por isso tenha amado tanto o sui generis que fomos. 
Algo ímpar que fora esquecido. A paixão metamórfica arrecadou-me em seus braços, mas ainda assim há outros fragilizados para salvar nesta noite. 
O pecado e a doçura confessada em uma mesma boca. Os passos foram distribuídos a quem nunca lembrara-se, por pouco o carnaval já passara, au revoir minha névoa desbotada. E os olhos continuam a não fitar mais nada, passando noites e dias, sol, chuva e neblina.
 A esperança parece morrer para rejuvenescer-se em mais um novo amanhecer. Poupe-nos com vossas tristezas, temos o nosso chá de impurezas para degustar. Apaixonei-me, amei por mim e como ninguém, em meu peito senti o disparo quente do fuzil e pouco depois a entrada do inverno sem bater na porta. Estás a perguntar-se o que fiz com esse amor? Simples, deixei a bala alojada em meu peito agonizando e pedindo mais…”
—  Olhos Tristonhos, Pierrot Ruivo

Dragão de Lata , Contos

“Dragão de lata, leve-me ao meu destino, faça-te tua função de guia e apresente-me os sujos pontos turísticos. 

Em meus olhos transbordando miopia, vejo que as fumaças das fábricas tampam o belo horizonte. Meu coração deságua na garoa de uma mãe de primeira viagem que teve seu filho retirado à força, pela força da violência.

Que impõe e transpõe sua vontade frente aos demais. Cartéis românticos aos homens louros e robustos, carretéis aos velhos homens de espírito jovem, que aproveitem bem o soprar do vento. Dragão de lata, as leis da física não aplicam aqui, teu sangue frio esfria-me, neste calor que nos castiga sem motivo aparente.

 Dragão, quanto mais gente tu podes suportar? Agora percebo, nem tua calmaria se salvou neste calor, afinal não há mais água para matar tua sede fervorosa. Agradeço-te a companhia, o que tu queres me confessar?

 Amores pedidos ou atrasos contínuos. Entre pés entrelaçados, os olhares chocam-se em um cruzado no queixo, mais do mesmo, menos de nada. Sintoma da paixão borbulhando na pele inspiradora do poeta. Perdoa estes versos castelhanos de coração, vejo a Argentina como minha redenção. Além da terra, caro dragão. 

Consinta com o ferro que lhe faz pulsar e arde em ausência de mim. Da terra tu não podes aferir a liberdade em gozo. Em ti, sentimos o encontro dos mal educados com os politicamente corretos, em cortesia sinta meu fétido cheiro, em calmaria sinta o meu mais novo perfume importado. Leia minhas mensagens. 

O amor era-se pouco, então vingou o rancor. Nas batidas estressantes de tua porta, que mastiga tecidos desavisados. Tuas escamas caro dragão, são todos os tons em degradê de um belo azul. 

E ainda sim, noto em ti alguns pontos brancos, será o principio de uma vitiligo ou feridas como troféus, de quem tanto que recebeu pisadas desordeiras. 

Ora, o que será o branco se não o sangrar de todas as cores, há ausência de quem fora condecorado com a finitude de fingir. 

Hei de me ouvir, meu companheiro. Amo a musa que sempre me presenteia com a tão perseguida inspiração, falta-me coragem de um bom campeão, pois ainda a amo com culpa de um pecador, revelo-te em meus olhos tremidos, mas você não os vê. 

Digo-te na pronuncia trêmula de meus lábios, mas você não os lê. Então, grito no silêncio de minha poesia. Habemus vida, Habemus poesia. Se o peito bate desconexamente, eu ainda amo você…”

Como prometido , Mais contos aqui , enviem seus contos para nós

“E eu amo… Amo tanto que chega a doer em mim mesmo. Mas bem sei que o amor pode até vir a ser bom, não o provedor. 

Casa bagunçada e desregulada. Adepto ao caos e torto por defeito. Desde suas concepções até seu frágil corpo. 

Amei e as borboletas também, benditas e malditas ao mesmo tempo, presenteiam-me com fortes náuseas que fazem-me esmorecer. 
Cálido há tempos não sou. O amor é bom e eu o que sou? Mero mensageiro? De resto em resto caminhe até ser o prato principal de alguém, não atreva-se a contentar em ser o Petit Gâteau. Boas novas? 

Apenas estou a definhar-me na retrospectiva de quem fui e nunca mais voltarei a ser. Um tanto dramático eu sei. Perdoa-me por ser esse catalisador de tragédias, internas e alheias. Amei-te friamente e em tentação de firmamento expulsei os meus demônios para eles me assombrarem na manhã seguinte ao desalojamento de mim. 

Abra-me o peito e veras coleções e coleções, algumas palpáveis aos teus olhos acostumados com o sol. Mas uma olhada mais detalhada e vós vereis o preceito de todas as tempestades, dores e muitas nuvens carregadas prontas para abater-ser ao solo. 

A morte ciumenta afastou-me de meus amores apenas para me ter exclusivamente para ela. E este cheiro de sangue chove em meu céu da boca, o porquê não sei.

 Está na vez de quem de tecer uma teoria classificatória? Transtorno do contorno, volta e meia e já se foi. Volta e meia e novamente estou ao meu lugar, emaranhado com minha solidão. 

O terremoto abre o cadafalso, prepara-te para o show que está para começar, caros sádicos. A graciosidade de despedir-se antes mesmo da calorosa apresentação. Tranca-me em isolamento e os tremores sumirão. 

Tu podes calar minha voz, mas minha mente não. Olha bem para o espelho, tuas boas normas e finalmente entendas que jamais serei como elas, embora em minhas costas eu tenha carregado o peso de teus princípios. 

Bailarina convoco-te para dançar entre os espaços vazios de minhas granadas. O coração lhe grita, mas a condecoração de Pierrot Impede-me a voz alta. Resta-me escrever até o cansar dos dedos. Guarda imperial de nada serve se não para cuspir-me o alto astral. Sacerdotes cospem seus dotes na função da qual não faço mais parte.”